Primeira Página
Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013, 20h:34
A
A
PROFESSORES/CUIABÁ
3 mil serão chamados, diz secretário
KAMILA ARRUDA
Da Reportagem
O secretário de Educação de Cuiabá, Gilberto Figueiredo, garante que, apesar dos gargalos encontrados na Pasta, o início do ano letivo não será comprometido. Para tanto, o gestor afirma que serão chamados mais de três mil professores que passaram no último concurso da prefeitura, realizado em 2011. A convocação deve começar esta semana. Vamos fazer um planejamento de convocação e nomeação dos professores concursados. Temos que colocar em operação 148 unidades escolares e programar o trabalho de mais de três mil professores que serão contratados para trabalhar, num total de 7,5 mil efetivos para atender aproximadamente 50 mil alunos. Para tanto, Figueiredo afirma que adotou algumas medidas prioritárias logo ao assumir. A prioridade da nossa gestão era quitar os salários atrasados do mês de dezembro dos funcionários contratados. Quando assumimos, cerca de 2,3 mil professores ainda não tinham recebido. Quitamos isso, e agora estamos adotando todas as medidas necessárias para o início tranquilo do ano letivo. Além do atraso, o secretário afirma que encontrou outras dificuldades na Pasta. Uma de suas maiores preocupações é com relação aos restos a pagar deixados pelo ex-prefeito Chico Galindo (PTB). Ele afirma que somente na Educação há mais de R$ 10 milhões em débito. Temos alguns problemas, alguns gargalos a serem solucionados. Temos um valor significativo de contas a pagar que não há dotação orçamentária para executar, e temos um contingente significativo de obras em andamento que precisam ser revistas. Estamos fazendo uma ampla radiografia para estabelecer um plano de ação e, no prazo mais curto, iniciarmos o trabalho. Após a interferência do prefeito Mauro Mendes (PSB), a Lei Orçamentária Anual deste ano foi fixada em R$ 1,6 bilhão. Deste montante, R$ 308,8 milhões serão destinados à pasta de Educação. Ela é a segunda secretaria com maior orçamento. Em primeiro lugar aparece a Saúde, com R$ 490 milhões.