A Netflix definiu a estreia de um documentário sobre a vida atual de Suzane von Richthofen, condenada por planejar e assassinar seus pais em 2002. Será ainda neste ano, no último trimestre.
Procurada pela coluna, a plataforma confirma que a produção irá ao ar em 2026, mas diz que ainda não tem uma data exata definida. Chamada provisoriamente de "Suzane Vai Falar", a produção está em fase final de montagem.
Suzane recebeu cerca de R$ 500 mil para a produção do documentário, como informou a coluna em abril. Ela não foi a única a faturar. Também houve pagamento para que pessoas da família autorizassem o uso de imagens e também para que concedessem entrevistas.
Um dos beneficiados foi o atual marido de Suzane, o médico Felipe Zecchini Muniz. O acordo para que Suzane desse o depoimento inclui outros pontos.
Um deles é um vínculo vitalício de confidencialidade sobre detalhes do acordo entre as partes —ou seja, ela não pode falar publicamente que recebeu dinheiro da Netflix para a produção.
Suzane também não poderá conceder entrevistas para outros veículos e concorrentes da Netflix por período determinado em contrato, para que o documentário tenha uma "janela de exclusividade".
Andreas, irmão de Suzane, recusou convite para participar. A intenção era que ele desse sua posição sobre algumas declarações feitas pela irmã, nas quais ele está diretamente envolvido. Andreas é citado várias vezes na entrevista que ela concedeu à produção, inclusive em passagens recentes.
"Suzane Vai Falar" foi encomendado pela Netflix após o sucesso de "Tremembé". A série de ficção com Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane se tornou a maior audiência da história da Amazon Prime Video no mercado brasileiro e está com a segunda temporada em gravações.




