Reprodução/Secom-MT e Oi S/A
A operação de R$ 308 milhões entre o Governo de Mato Grosso e a telefônica Oi S/A é sigilosa, mas também nebulosa
Falhas em um contrato de R$ 354 milhões, firmado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) com a Oi S/A e a Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) permitiran o ataque hacker na Secretaria de Estado de Saúde.
É que revela o site PNB Online, que teve acesso, com exclusividade, a documentos assinados pelo superintendente de Tecnologia da Informação da secretaria, André Valente do Couto.
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Conforme a reportagem, o contrato Oi-MTI-Seplag foi firmado praticamente no mesmo período em que a telefônica resolveu ceder, por R$ 80 milhões, um "crédito podre" pago pelo Governo do Estado no valor de R$ 308 milhões.
Essa dinheirama, como denunciou o ex-governador Pedro Taques (PSB), em uma série de postagens nas redes sociais, foi parar em dois fundos de investimentos que seriam ligados ao ex-governador Mauro Mendes (União) e ao seu chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União).
"O edital de licitação que resultou no contrato entre Oi, MTI e Seplag tinha até o CNPJ da empresa de telefonia que seria vencedora", diz o PNB Online.
A reportagem cita que, ao contratar a telefônica - que está em recuperação judicial -, o Palácio Paiaguás tentou “centralizar” as redes do Estado.
Para o superintendente de TI da SES, esse contrato foi completamente “desnecessário”, pois substituiu um sistema que já funcionava.
Leia AQUI a íntegra da reportagem.




