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Durante pedalada em Várzea Grande, O deputado Faissal Kalil debochou de operação da PF sobre esquema no TJMT
Um dos principais alvos de operação que apura suposto esquema de venda de sentenças e lavagem de dinheiro, o deputado estadual Faissal Calil (PL) parece que não está nem aí para a ação da PF.
A Operação Gemini, deflagrada na manhã de segunda-feira (8), ligou o parlamentar bolsonarista ao desembargador afastado Dirceu do Santos como suspeito dos crimes.
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Ele é apontado como o "braço direito" do magistrado, em esquema que teria "lucrado" cerca de R$ 3,2 milhões.
Na noite do mesmo dia, durante pedadala com um grupo de bike, ele gravou um vídeo, no qual revela descontração e ironiza a suposta apreensão de um relógio de luxo em sua casa.
“Que horas são no meu Rolex?”, disse, dando uma sonora risada.
Em seguida, completa: "Povo mente mesmo, hein?”.
Um amigo que o acompanfa manifesta apoio: "Todo dia é uma fake news".
Nas buscas que a PF fez, foram apreendidos armas, canetas de luxo, R$ 200 mil em dinheiro e um relógio de luxo Rolex.
Em entrevista, Faissal jurou que é inocente e disse que apenas o seu celular foi apreendido.
Veja vídeo:




