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Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

ARTIGO
Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010, 09h:36

LEITOR

Parcial de 11% tem maioria do Estado

“Por que será que só 11% das matrículas tinham sido efetivadas até ontem? Será que é porque os outros 89% não são daqui e não tiveram como vir fazer a matrícula? Ai, ai... faz-me rir que a maioria dos aprovados é mato-grossense”. LUANA SOUTOS, estudante, Cuiabá/MT [email protected] *** “Em primeiro lugar acho que forasteiro não seria a palavra correta para designar os estudantes oriundos de outros estados. Somos todos brasileiros e não devemos discriminar as pessoas desta forma. Já chega a neo-igualdade da ‘cotas’. Em segundo lugar por que será que a reitora não diz a verdade sobre a adesão da UFMT ao Enen. Concluindo: os bons cursos desta instituição são medicina, direito e talvez civil, portanto poucos deixariam outros estados usufruírem destes cursos”. MARCELO ROCHA, representante comercial, Cuiabá/MT [email protected] *** “Os números dizem tudo: foi um fiasco a opção da UFMT de aderir exclusivamente ao leilão de vagas. Será preciso ‘n’ novas chamadas até completar o quadro. Bem feito!!! Penso que, embora federal, a instituição foi criada para atender à demanda regional no ensino superior. Reitora, ta na hora de rever essa situação... 11% de matrículas é hilário!” JOSÉ LUIZ SIQUEIRA, jornalista, Cuiabá/MT A estupidez está no ar “Caro ex-professor Roberto Boaventura, seu texto é muito pertinente para o momento de total inversão de valores no qual vivemos. Sofro ao imaginar meus futuros filhos habitando esse mundo cínico… Nem vou entrar no assunto ‘Pedro Bial’, pois daria outro texto… Há maneiras de amenizar os estragos? Claro que sim! Entre outras coisas, posso fazer como um amigo do Rio de Janeiro que por opção não tem televisão em casa e vive feliz da vida. Vou ficar alienada? De jeito nenhum, existem inúmeros canais de comunicação mais inteligíveis que a Globo. Abraço!” LILI SALLAS, revisora de textos, Cuiabá/MT [email protected] *** “Confesso que quase desisti de ler o artigo quando vi menção ao BBB. Tenho orgulho de dizer que drogas não me pegam, não perco o meu tempo nesse e em outros tipos de programas televisivos que nada tem para acrescentar”. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT [email protected] *** “Senhores editores do DC, depois de ler esta página, fico me perguntando: como podem os srs. publicar um texto tão grosseiro e insultuoso? Embora concorde com o autor em relação ao BBB, acredito que o jornal não precisa compartilhar com o leitor relatos histéricos e ultrajantes. Além de escrito em linguagem demasiadamente pretensiosa, é possível perceber por baixo de seu disfarce dissertativo, a aulinha de literatura – a qual, certamente, o internauta poderia buscar no Wikipedia ou no Google. Costumo ler os jornais de São Paulo. Lá os articulistas expõem seus pontos de vistas, dos quais, por mais que eu discorde, não deixo de apreciar. Pela fluência, clareza das ideias e, principalmente, pela linguagem sensata, a qual um professor de literatura, ao menos superficialmente, deveria saber utilizar. Trata-se, portanto, de um texto de incrível mau gosto. Que ao chegar à caixa de mensagem do Diário, se me permitem parodiar o próprio sr. Boaventura, ‘o delete do teclado’ deveria ter sido ‘solene e imediatamente acionado’ pelos senhores. É isso”. SEBASTIÃO LEITE DE MORAES, servidor público aposentado, Cuiabá/MT [email protected] Queixa-crime desencadeia crise no PSDB “Tudo farinha do mesmo saco, esse povo tem que sair de cena da política de Mato Grosso. Todos querendo continuar a viver do dinheiro do contribuinte”. NELSON BRITO, aposentado, Cuiabá/MT [email protected]. *** “Sabe Antero, um sujo não pode falar de um mal lavado”. PAULO CESAR DIAS DE OLIVERIA, contador, Cuiabá/MT [email protected] Piso nacional para as polícias “Piso salarial dos policiais. Amigo Kleber Lima, é louvável a tua preocupação com o piso salarial dos policiais, ... se vai ser de R$-4.000 ou mais. O fato é que antes do Congresso ficar discutindo o piso salarial, deveria era unificar as polícias e criar realmente um política de segurança publica (tal como tolerância zero - presos realmente presos), caso contrário o cidadão só vai ficar pagando, com a insegurança que aí está. Salário melhor sim, mas só depois da unificação e de uma política séria, sem isso é jogar dinheiro fora”. JOAO PAULO OLIVEIRA, comerciante, Cuiabá/MT PSB ‘sonha’ com apoio do PT “O PSB precisa entender que o PT em Mato Grosso segue/lê a cartilha do PR do governador Blairo Maggi. Isso é acordo selado, fechado e carimbado entre o Paiaguás e o Planalto. A lógica e a questão do bom senso é que num eventual segundo turno o PSB apóie o candidato chapa branca já com o PT e sua militância vermelha agitando suas bandeiras nas ruas na tentativa de eleger o sucessor de Maggi. Eleger o neo-socialista Mauro Mendes talvez na próxima eleição ao executivo cuiabano”. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT 6 meses após Pacenas, obras não andam “Infelizmente O Poder Judiciário do Brasil só atrapalha o desenvolvimento do País... Esse poder está podre, doente e falido. Um Poder que está viciado em atrasar o País por conta de certas arrogâncias jurídicas de certas ‘otoridades’ desse Poder, teria que ser passado a limpo de fora a fora, para ver se melhora ou piora de uma vez... Infelizmente..” CELINO C. SAMPAIO, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16959




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