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Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

ARTIGO
Terça-feira, 21 de Junho de 2011, 21h:46

LEITOR

Nova mobilização em MT

“Todos julgam somente o setor rural como responsável direto ao meio ambiente, mas deveriam pensar no seguinte: como nós, produtores, temos de ter nossa reserva e acho que tem de ser preservado, pois tem como se produzir preservando. A meu ver, as indústrias que também soltam poluentes no ar deveriam ter sua reserva legal, e o governo deveria pagar pela reserva das propriedades. As ONGs que tanto querem a preservação, que paguem a quem tem matas para ficarem preservadas. Outros países querem mandar aqui também. Tem muita coisa que nosso governo deveria rever.” MARCOS CAPOCCI, agropecuarista, Cuiabá/MT [email protected] MT assegura redução do ICMS para micro e pequenas empresas “Após quase 27 anos de atividade no ramo de relojoaria, joalheria e ótica, resolvi dar um basta de pagar tantos impostos. Quem teve forte influência para tal decisão chamam-se presidente Mensalão Lula e seu amigo pessoal governador Blairo Maggi, através de seu competente secretário da Fazenda. Somente uma passagem tinha um débito com o Estado de R$ 40,00. Fiz pedido de mercadorias de Belo Horizonte, e ela teve um Termo de Apreensão. Tive que pagar tudo que o governo estadual exigia. Analisemos: as mercadorias não eram roubadas, e muito menos sem nota fiscal, e eu também nunca tive problema de Justiça, nunca fui ladrão, bandido ou qualquer coisa parecida. Causa estranheza, pois os senhores acima citados podem dizer o mesmo. Mensalão e superfaturamento em carros: dois exemplos, somente. Por um Brasil mais justo e que deixem os pequenos trabalhem reduzindo a carga de impostos. Abraços!” LUIZ CARLOS ALVES, técnico em ótica, Sorriso/MT [email protected] Gari é executado no bairro 15 de Maio “Não dá para acreditar que um indivíduo assassine duas pessoas com requintes de crueldades e é condenado a apenas 12 anos de reclusão. Crime como esse deveria ser punido com, no mínimo, 36 anos de reclusão. Talvez por este motivo tenham cometido vingança contra o autor do crime. ORLANDO M. CARVALHO, funcionário público, Goiânia/GO ‘Pacote de maldades’ tumultua Câmara “A Câmara só preocupa em melhorar cada vez mais o alto escalão. Ela não preocupa em momento algum em melhorar a vida dos servidores que a mais de décadas não tem plano de cargos de carreira. Hoje o servidor da Prefeitura parece mais um escravo dos senhores feudais, pois o que ganha é o mesmo que trabalhar para comer. Isso é justiça? Onde está a lei trabalhista? Onde está o Ministério Público? Onde estão os vereadores Pop, J. Pinheiro, Toninho de Souza e outros? R: estão debatendo a melhoria para os fiscais de Tributos e não pela melhoria dos servidores Agentes Administrativos que estão quase se aposentando com esse salário ridículo que paga a prefeitura. Gostaria de saber: quando vai aparecer um homem que não tenha o rabo preso para que fique e lute pelos verdadeiros servidores?” HÉLIO SILVA, funcionário, Cuiabá/MT Pescadores denunciam danos de dragas “Não consigo entender até hoje por que a degradação do meio ambiente por uma mineradora legalizada é menos nociva do que outras ações degradantes. Por exemplo, cortar árvores autorizadas pelos ibamas e semas da vida pode, mas sem autorização é crime. Não é tudo crime!” PAULO DA SILVA NARDES, Cuiabá/MT Teté é opção a Pátio em Rondonópolis “Se a eleição fosse hoje (como o Ibope), Sachetti ganharia com uma margem razoável sobre Percival e confortável sobre uma possível candidatura do Salles. Esse dois aí, citados na reportagem, se tanto, receberiam os seus próprios votos e de mais alguns bestas que em todo lugar tem. Estão definitivamente mortos e sepultados para a política de Rondonópolis, muito pela incompetência e bastantão pela leviandade; para não dizer os palavrões que realmente queria.” PAULO MELLO, empresário, Rondonópolis - MT [email protected] Livre, italiano quer visto de permanência “Luiz Eduardo Greenhalgh! Ele sempre está nas confusões jurídicas envolvendo ex-guerrilheiros, ex-metalúrgicos, ex-qualquer coisa dos anos 70. Do ex-molusco-mor à atual ocupante da cadeira, a filha do migrante rico que pegou em armas para distribuir melhor a renda do país, concentrada nas mãos dos homens ricos, inclusos seus pais, são exemplos brasileiros de sua clientela. Não obstante esse currículo e, como advogado petista, estende sua verve jurídica ao assassino italiano, que, além de estar livre, irá entrar com indenização contra o Estado brasileiro pelos anos de prisão injusta. Esperem e verão a manobra desse Licurgo tupiniquim. Os ex-qualquer coisa, clientes do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, já conseguiram mais de oitocentos milhões dos cofres públicos a título de indenizações e benefícios pelos sofrimentos nos 'anos de chumbo' brasileiro, e assim o italiano terá sua cota da teta do governo brasileiro, daqui a pouco tempo, aos moldes dessa milionária indústria de indenização. Um fato interessante é o país da última flor do Lácio dar o golpe e afrontar o país de onde um dia existiu a língua mãe, o Latim. Mas tudo isso pode ser analisado também pelo ângulo do conflito de gerações, no qual o filho rebelde desobedece ao pai, mesmo estando o pai correto, apenas para afirmar que já é independente e já não obedece a mais ninguém. O advogado Luiz Eduardo Greenhalgh está nesse caso, também, para mostrar que se na Itália nasceu o gramscismo e nela ele feneceu sem se vingar, apesar dos grupos como o de Battisti terem tentado sua aplicação, aqui no Brasil o gramscismo é vivo no governo petista e seus simpatizantes, mesmo os imigrantes são bem-vindos, cumprindo-se o pacto de fraternidade da Internacional Socialista. Como disse Sólon: a justiça é como uma teia de aranha: retém os insetos pequenos enquanto os grandes transpassam a teia e ficam livres. O italiano é mais um dos milhares estrangeiros que fugiram para o Brasil porque aqui a lei foi feita para ser aplicada apenas nos brasileiros de menor poder aquisitivo ou nos pagadores de impostos, nunca nos ideologicamente alinhados com os petistas.” FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Medidas específicas “Para acabar com os problemas nas fronteiras, basta criar a União Econômica Latino-americana e acabar com as fronteiras!!!” JEAN M. VAN DEN HAUTE, consultor, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16959




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