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Sábado, 14 de Junho de 2008, 13h:30

Candidatos evitam falar de gastos de campanha

Independente dos perfis e estruturas diferentes de campanhas, ao menos um ponto parece unir todos os pré-candidatos a prefeito, além do sonho comum em ganhar a chefia do Poder Executivo local por quatro anos. É o mistério quando o assunto são os custos da campanha eleitoral. Num discurso praticamente uníssono, às vésperas da deflagração campanha oficial, a alegação geral é de que o orçamento ainda não foi levantado em sua totalidade. Nenhum número é citado oficialmente, em contraponto a argumentos como o de que será necessário lançar mão da ‘criatividade’ na empreitada pelos votos do eleitor cuiabano. Sem o cálculo das finanças em mãos, Walter Rabello afirma que pretende convidar organizações não governamentais (ONGs) para acompanhar dentro do comitê de campanha o recebimento de doações e as despesas. “Quero que todos saibam de onde vem o dinheiro gasto. Hoje, todos falam em campanhas de milhões, mas o processo acima de tudo tem que ser lícito. Não podemos admitir que o poder econômico antecipe os resultados das eleições”, prega o candidato do PP. No PSB, Valtenir Pereira afirma que a máxima será uma campanha de recursos escassos. O partido é a menor legenda entre as quatro que encabeçam hoje as principais candidaturas. Ele adianta que na terça-feira se reunirá com uma equipe de marqueteiros em Brasília, recomendada pela Nacional do PSB, para tratar sobre o material de campanha. “Vamos trabalhar com muita criatividade e fazer uma campanha com o menor custo possível, contando com a nossa população”. (JS)

Edição EDIÇÃO 16959




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