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Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

ILUSTRADO
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009, 20h:22

CULTURA

Vidas Paralelas em Cuiabá

Chegou a vez do público mato-grossense conhecer o Projeto Vidas Pararelas, uma ação compartilhada nas áreas de Cultura e Saúde do trabalhador brasileiro. A apresentação é hoje, terça-feira, 16 de junho, às 16h, no Auditório da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso (Famev/UFMT), localizada na Av. Fernando Correa, Bairro Coxipó, em Cuiabá. Desde fevereiro de 2008 o projeto vem sendo gestado com reuniões técnicas e formação das equipes de apoio e das redes de multiplicadores e gestores. A partir de agosto de 2008 ficou decidido que o projeto começaria a ser implementado em cinco estados, ficando os demais para o ano seguinte. Os pioneiros, Sergipe, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Maranhão, foram escolhidos para iniciar o projeto, pois estavam mais avançados nas atividades propostas para a Rede de Apoio. A exceção do Maranhão, todos os outros parecem estar envolvidos no projeto que já contemplou também: Goiânia, Palmas, Brasília e Recife. O Projeto é realizado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), a Rede Escola Continental em Saúde do Trabalhador (REC-ST), a Universidade de Brasília (UnB) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Durante o evento, haverá a exibição de uma mostra de filmes produzidos nas primeiras oficinas da iniciativa, seguida de debate acerca da formação do olhar, propondo trabalhos que sejam instigantes, levando em consideração obras audiovisuais que tenham tido repercussão internacional em grandes festivais de cinema. Dentre os objetivos do “Vidas Paralelas” está o de promover uma interação do trabalhador com a cultura e a saúde e o de dar mais visibilidade ao universo laboral, por meio das expressões artísticas e culturais da classe trabalhadora. Segundo esclarece o secretário da SID/MinC, Américo Córdula, é importante possibilitar aos trabalhadores a troca de experiências e uma reflexão crítica da relação entre saúde e trabalho dentro da cultura digital, agregando linguagens como fotografia, vídeos e outros. “Nesse sentido, pretendemos que todo o Brasil trabalhe em rede”, enfatiza Córdula. Os participantes receberão equipamentos digitais para registrar em filmes o seu cotidiano. A partir daí será possível a troca do material com trabalhadores de outras categorias profissionais e regiões do país, em uma rede de relacionamento virtual. Para acompanhar as ações desenvolvidas pelo projeto espalhado pelo Brasil o leitor internauta pode entrar no blog do projeto no endereço: http://www.cultura.gov.br/vidasparalelas (com assessoria)

Edição EDIÇÃO 16959




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