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CIDADES
Terça-feira, 14 de Maio de 2013, 20h:52

Trabalhadores não aceitam alta de 8,1%

Os trabalhadores do transporte coletivo reivindicam aumento salarial de 25%, além de outros benefícios. De acordo com diretor financeiro do Stett/MT, Olmir Fêo, a categoria já realizou algumas assembleias e, na última, rejeitou a proposta patronal de aumento de 8,16%. Um dos grandes anseios da categoria é que o salário do motorista atinja a cifra de R$ 2 mil. Atualmente, conforme Olmir, 40% do sistema conta com a figura do cobrador nos coletivos. Na maioria dos ônibus, a cobrança tem sido feita pelo motorista. Conforme o presidente da AMTU, Ricardo Caixeta, o percentual oferecido à categoria acompanha o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). "Desde 2007, as empresas vêm negociando o dissídio coletivo e conseguido avanços no sentido de atender os trabalhadores. Este ano, apesar de todas as dificuldades, chegamos à proposta de 8,16%, fora a comissão", frisou afirmando que o salário de R$ 2 mil é um totalmente inviável. "Não existe a mínima condição de se chegar a este valor. O que propomos é compatível com o mercado", reforçou. Não havendo acordo, os usuários do transporte podem enfrentar uma paralisação nos próximos. "Ainda é cedo para falar em greve. Estamos em negociação. Mas, se o lado patronal continuar insistindo na proposta a possibilidade não está descartada", observou Olmir Fêo. (JD)

Edição EDIÇÃO 16959




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