Tucano evita comentar sobre a possibilidade de nova CPI
Muito timidamente, alguns vereadores de oposição insistiram na instauração da CPI para apurar as irregularidades na execução do PAC. Os vereadores Francisco Vuolo (PR) e Lúdio Cabral (PT) argumentaram, por exemplo, que a Comissão Parlamentar de Inquérito serviria para legitimar, além do papel de fiscalização do Legislativo, os questionamentos dos próprios vereadores da bancada governista. Alguns vereadores do PSDB e dos partidos aliados do prefeito vieram aqui nessa tribuna para dizer que a Operação teve motivação política e para dizer que o juiz é pré-candidato. Então, a CPI também deve ser iniciada para que isso seja esclarecido, além das próprias irregularidades também, afirmou o petista, durante a sessão com o prefeito Wilson Santos. Em tom ameno, o prefeito saiu pela tangente e nem sequer comentou a possibilidade de enfrentar uma CPI na Câmara da Capital. O tucano apenas garantiu que jamais interferiu dentro do Legislativo municipal e que os vereadores, em seu papel de fiscalização, têm toda a autonomia para trabalhar. Com a maioria na Câmara, o prefeito está conseguindo manter o apoio dos vereadores que fazem parte da bancada de sustentação de sua administração. Ao seu lado, estão o próprio PSDB, o PP, PDT, PPS, PTB e o PRTB. (AA)