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Primeira Página
Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006, 20h:14

MOVIMENTO DEMOCRÁTICO

Percival comemora recuo de fusão

SONIA FIORI
Da Reportagem
A decisão do PMN de desistir da fusão com o PPS e o PHS foi vista com otimismo no Estado. O presidente do diretório regional do PPS, Percival Muniz, torce para que o pedido do PMN seja aceito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes do julgamento da solicitação de fusão entre as legendas. Na interpretação de Percival, caso o TSE aceite a desistência do PMN, estará consequentemente invalidando o pedido de fusão. Após a queda da cláusula de barreira, declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 07 de dezembro, Muniz iniciou a defesa pela manutenção da legenda no aspecto original. Ou seja, a idéia é que o PPS deveria se manter sozinho e cancelar a proposta de fusão das legendas. Segundo Percival, o PPS teria resultado mais generoso, caso mantivesse o partido independente. Outro ganho da legenda seria a conservação do nome e número do partido. Já o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, se pronunciou favorável à fusão mesmo após a queda da cláusula de barreira. De acordo com Percival Muniz, havia a tendência em pelo menos 18 estados de que o partido desistisse da fusão. Percival mantém discussões sobre o assunto com o secretário nacional do PPS, Rubens Bueno. “Temos conversado muito sobre essa questão e a maioria dos estados tinha preferência pela desistência da fusão entre o PPS e as outras legendas. O próprio Roberto Freire disse que continuaria com a fusão depois da cláusula porque não tinha outra alternativa”, avaliou. Segundo Percival, a torcida no momento é pela aceitação do TSE do pedido de desistência do PMN. “A aceitação do Tribunal Superior Eleitoral vai facilitar tudo. No meu entendimento, se o TSE acatar automaticamente o pedido de fusão, se tornará sem efeito já que o protocolo é único”, explicou.

Edição EDIÇÃO 16959




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