Chica Nunes, Percival Muniz, Roberto França e Gilmar Fabris enfrentam verdadeiras batalhas judiciais, individualmente, para se manter no cargo de parlamentar. Chica e Fabris foram condenados pela Justiça Eleitoral de Mato Grosso por compra de votos e se mantêm nos mandatos em função de liminares obtidas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já Percival e França enfrentam processo de cassação desde 2006, quando o Ministério Público Eleitoral (MPE) recusou requerimentos de registro de candidaturas dos dois políticos por serem enquadrados como inelegíveis. Isso porque eles tinham no histórico político prestação de contas de convênios rejeitadas, no período em que eram prefeitos. O Pleno do TSE já votou, por unanimidade, pela cassação de França. Percival se vê diante de uma situação ainda mais delicada. No começo do mês, numa decisão monocrática, o ministro Joaquim Barbosa, do STF, negou prosseguimento a agravo de instrumento movido pela defesa do deputado na tentativa de assegurar o mandato. Em ambos os casos, ainda cabem recursos. (JS)