Mendes diz que só não será candidato se houver traição
Mauro Mendes (PSB) afirmou que estão tentando comprar representantes das siglas que sustentam sua candidatura. Ele mandou um aviso para os possíveis interessados ao lembrar o episódio ocorrido nas eleições municipais de 2008 em Várzea Grande. À época, o acordo entre o PP e o DEM teria minado a eleição do então candidato à prefeitura, democrata Júlio Campos. Segundo ele, as ofertas vêm dos adversários Wilson Santos (PSDB) e Silval Barbosa (PMDB). Além de mandar um recado para os adversários, o empresário também fez um alerta para membros do PDT e do PSB que poderiam estar interessados na queda de seus planos. Só não serei candidato se houver traição. No início da noite de ontem, ao final do evento do PSB, o secretário-geral do partido, Suelme Evangelista, deu dicas de que o assunto foi pauta de debate. O deputado Valtenir Pereira nunca se vendeu, discursou. Na tentativa de mostrar harmonia, ficou combinado entre pré-candidatos, líderes e militantes um happy hour oferecido por Mendes. O presidente regional do PPS, Percival Muniz, disse ter conhecimento de que mais de 50 lideranças das siglas que sustentam o bloco teriam recebido ofertas para minar o projeto. (SF)