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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013, 21h:11
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EM 2014
Lúdio não descarta disputar governo
PRISCILLA VILELA
Da Reportagem
O ex-vereador por Cuiabá Lúdio Cabral (PT) não descarta a possibilidade de disputar o governo do Estado nas eleições de 2014. Apesar de o partido vir apostando todas as fichas na eventual filiação do juiz federal Julier Sebastião da Silva, tido como o principal nome da legenda para a disputa, o ex-parlamentar ressalta que, se for necessário, poderá sim ser postulante. Nas eleições do ano passado, o petista se destacou por conseguir chegar à disputa em segundo turno com o prefeito eleito Mauro Mendes (PSB). Isso porque Lúdio iniciou a corrida eleitoral como terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto. O bom desempenho em 2012 já garantiu a ele, em 2014, a chance de concorrer, pelo menos, a uma das oito vagas na Câmara Federal. Já a candidatura à sucessão do governador Silval Barbosa (PMDB) continua pendente até que a sigla tenha uma definição sobre a participação de Julier no pleito. Eu já disse ao partido que estou pronto para disputar qualquer cargo. Estou começando a me preparar para deputado federal, mas se houver a necessidade de estar na majoritária..., pondera. No mês passado, durante reunião da cúpula petista no Estado, o presidente do diretório, Willian Sampaio, já teria considerado que Lúdio seria um dos cotados como plano b da sigla. Além dele, são avaliados também o secretário de Estado de Educação, Saguás Moraes, e o ex-deputado federal Carlos Abicalil. A especulação sobre os nomes seria ainda uma precaução dos petistas quanto à possibilidade de Julier resolver se candidatar pelo PMDB, que também o assedia. Caso este cenário se concretize, os petistas poderiam indicar um postulante a vice-governador. Isso porque as duas legendas, que caminham juntas desde 2010, já anteciparam que manterão a aliança em 2014. Já do lado peemedebista, uma das alternativas de candidatura ao governo é o secretário de Estado de Administração, Francisco Faiad. Ele, inclusive, compôs a chapa de Lúdio ao Palácio Alencastro como vice. No seu caso, o primeiro cargo estudado também é o de deputado, mas ele próprio já declarou, anteriormente, que estaria disposto a seguir para o Palácio Paiaguás. Se a cúpula entender que eu seja candidato ao governo em 2014, eu aceitarei de imediato e vou trabalhar forte para a vitória. Sou partidário, estou filiado há mais de 30 anos e quero o melhor para a sigla. Por isso, já coloquei meu nome à disposição, afirmou.