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Pôsters na entrada do gabinete revelam a devoção do deputado Gilberto Cattani à família Bolsonaro,
Parte da ala radical da extrema-direita em Mato Grosso se revela inconsolável com a decisão do STF de condenar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a 4 anos e 2 meses da prisão.
Por unanimidade, a 1ª Turma entendeu que o Zero 3 tentou interferir no julgamento do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na trama golpista.
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Pelo menos três deputados usaram as redes sociais para despejar toda sua ira contra o Supremo - em especial, o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.
Para o deputado federal José Medeiros (PL), seu "amigo" Eduardo ser condenado pelo ministro é "um atestado de idoneidade".
O parlamentar despejou toda sua raiva no ministro e no STF, afirmando que a condenação do filho de Jair é "censura, advocacia administrativa, abuso de poder e tráfico de influência".
Voltou a insistir na tese de que o Brasil vive em meio a uma tirania, uma ditadura.
O deputado federal Rodrigo Zaeli (PL) afirmou que "a direita será sendo perseguida".
"Nossa voz é uma ameaça aos que defendem toda a sujeira que acontece neste país. Não irão nos calar. A festinha do PT já durou tempo demais", afirmou.
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) manifestou todo o seu apoio a Eduardo Bolsonaro.
"Não podemos aceitar que brasileiros sejam submetidos ao exílio e a tanta crueldade por parte de ditadores", disse.
Numa entrevista exclusiva à TV Jovem Pan - para variar -, após o julgamento -, Eduardo praticamente culpou o mundo pela "perseguição" à sua família.
Disse que a "salvação" para o Brasil é seu irmão, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que, se for eleito presidente, reafirmou, vai anistiar não só ele próprio, como o pai e todos os condenados pela trama golpista.
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