O custo de uma campanha eleitoral é apontado como a principal barreira para uma nova disputa do senador Gilberto Goellner (DEM). Mesmo tendo seu nome posto no partido como candidato à reeleição, Gilberto alerta que os gastos de campanha não o animam para pleitear uma corrida ao Congresso Nacional. Numa análise prática, o parlamentar destaca os reflexos negativos das doações de campanha, previstas pela legislação eleitoral, feitas por grandes empresas. Em tese, ocorre a troca de favores no Congresso entre parlamentares favorecidos e as empresas doadoras. O senador também destaca pouco otimismo sobre a possibilidade de dispor de recursos próprios para uma corrida por cargo eletivo. Não quero mais dispor de recursos particulares para essa atividade, porque não terei coragem para tirar os gastos de campanha da função de parlamentar, ponderou. Gilberto destacou que ser eleito custa caro e que esse é um dos fatores que o levam a rever o posicionamento de disputar as eleições em 2010. Ele destacou os nomes dos deputados estaduais Dilceu Dal Bosco e José Domingos como vias do DEM para assumir a condição de candidato ao Senado. Para ele, o senador democrata Jayme Campos possui chances de encabeçar uma disputa ao governo. Segundo Gilberto, o partido deverá lançar de planos bem elaborados que darão total condição a Jayme de crescer nas pesquisas eleitorais e, consequentemente, e vencer a eleição. Ele lembrou ainda que o ex-governador do Estado, Júlio Campos (DEM), é um dos principais nomes do partido para disputar vaga a Câmara Federal. Goellner assume a vaga deixa por Jonas Pinheiro falecido há dois anos de falência múltipla dos órgãos.