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Terça-feira, 01 de Julho de 2014, 23h:27

VICE-GOVERNADORIA

Base mantém Teté, mas ata não é fechada

Discussão agora é sobre os candidatos a suplente de senador. Grupo quer contemplar o maior número de regiões do Estado possível na chapa

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem
Apesar de já terem resolvido o imbróglio quanto à indicação da deputada estadual Teté Bezerra (PMDB) como candidata a vice-governadora na chapa encabeçada pelo ex-vereador Lúdio Cabral (PT), a base governista segue com a ata da convenção em aberto. A dúvida agora é quanto a definição dos suplentes de senador. O grupo esteve reunido até tarde da noite de ontem (1º), mas não chegou a um consenso, por conta dos inúmeros nomes apresentados pelas legendas. Entre eles estão a primeira-dama de Várzea Grande, Jaqueline Guimarães (PMDB), e o empresário Osvaldo Martinello (PR). Diante disso, a base postergou a definição para hoje (2). As lideranças devem se reunir durante a manhã para bater o martelo. Isto porque, o grupo precisa entregar a ata ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no período vespertino. Ela deveria ter sido fechada no ato da convenção, mas foi deixada em aberto para que as articulações continuassem sendo feitas. O grande imbróglio da base governista foi quanto à vaga de candidato a vice-governador. Após seis meses de indefinição quanto ao cabeça da chapa majoritária, o grupo indicou petista Lúdio Cabral para disputar o Paiaguás, o empresário Regério Ferrarim (PMDB) como vice e o deputado federal Wellington Fagundes (PR) para o Senado. O empresário com base eleitoral em Lucas do Rio Verde, no entanto, recusou a indicação alegando motivos pessoas. Isto fez com que o PMDB o substituísse por Teté Bezerra. A peemedebista, contudo, enfrentou resistência dentro do grupo, principalmente pelas lideranças do Pros e do PR. O motivo é o fato de a deputada, assim como Fagundes, ser representante da região Sul do Estado. “Houve um grupo de pessoas entendendo que, tanto a Teté quanto o Wellington, são representantes da região Sul, por isso, pleitearam que o vice deveria ser de outra região do Estado. Mas chegamos ao um consenso e batemos o martelo pela deputada mesmo”, esclareceu o ex-secretário de Estado Francisco Faiad (PMDB). Desta forma, para amenizar o “desfalque”, já que terá duas lideranças da mesma região na chapa majoritária, a base governista busca nomes de outros municípios para indicar às duas vagas de suplente de senador. Por conta disso, o grupo ainda não fechou a ata de convenção. “Os nomes estão indicados por todos os partidos. Há um pré-selecionamento, mas ainda não está fechado”, afirmou Fagundes ao final da reunião da noite de ontem (1º). PROPORCIONAL - A chapa proporcional que contém as candidaturas a deputado estadual também não foi finalizada pela base aliada. O grupo ainda precisa fazer uma adequação devido ao número de postulantes. Os partidos optaram pela formação de um chapão, que admite apenas 60 nomes. No entanto, possui 82 na disputa. A adequação também deve ocorrer hoje. O nome do ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva (PMDB) já está descartado como candidato a deputado federal.

Edição EDIÇÃO 16959




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