Caso a principal testemunha do julgamento do comerciante Silas Caetano de Farias não estivesse presente, o Ministério Público não pensava em adiar o júri. Desde o início do desaparecimento do estudante de enfermagem Jassan Thiago Rosa Jorge, 29 anos, o MPE acompanhava as investigações. Segundo o promotor criminal João Augusto Gadelha, o depoimento do estudante poderia ser dispensado uma vez que existe uma gravação em vídeo realizada tanto na Policia Civil, como durante a instrução criminal. A ideia era colocar o vídeo para os jurados. Com a presença será melhor, ressaltou. O representante do Ministério Público lembrou que os jurados poderão fazer perguntas e esclarecer as dúvidas em relação ao crime. De acordo com a denúncia do MPE, Silas Caetano foi denunciado por homicídio duplamente qualificado motivo torpe e recurso que dificultou a defesa por parte da vítima. As investigações apontam que o crime só foi elucidado porque o filho sobrevivente relatou todos os crimes praticados pelo pai. A partir daí, o Ministério Público pode fazer a denúncia que agora chega ao julgamento. Os processos foram desmembrados. (AR)