POLÍCIA
Quarta-feira, 01 de Julho de 2015, 20h:59
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BAIXADA CUIABANA
Postos serão alvo de inquérito
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) instaurou inquéritos para apurar as irregularidades encontradas nos 31 postos de combustíveis e 11 lojas de conveniências de Cuiabá e Várzea Grande durante a fiscalização da força-tarefa conjunta da Superintendência de Defesa do Consumidor (Procon), Agencia Nacional do Petróleo e Instituto de Pesos e Medidas entre os dias 23 e 25 de junho passados. As providências foram tomadas pela Polícia Civil, após relatório emitido pela Superintendência de Defesa do Consumidor (PROCON). Segundo a delegada Ana Cristina Feldner, os responsáveis pelos estabelecimentos poderão responder criminalmente pelos delitos tipificados no Código de Defesa do Consumidor (CDC), e na Lei de Petróleo e Combustível. Será investigado desde a variação de preço, até a venda de produto impróprio para consumo, destacou Feldner. De acordo com relatório do Procon foram vistoriados 31 postos de combustível, uma distribuidora e uma revendedora de gás liquefeito de petróleo e verificados diversos itens de acordo com a competência de cada órgão, como qualidade do combustível, regularidade dos equipamentos de medição, procedência do produto, direito à informação, práticas abusivas nas formas de pagamento, adequação de tabela de preços, avisos sobre nocividade e periculosidade dos produtos, entre outros. 30 postos foram autuados, o único onde não foi encontrada nenhuma irregularidade foi o Posto Papai, na rua Marechal Deodoro, Araés. Todas as 11 lojas de conveniência fiscalizadas foram autuadas por venda de produtos vencidos, 19 no total. É uma das maiores apreensões feitas pelo Procon este ano. Foi apreendida grande quantidade de bebidas, como sucos, refrigerantes, cervejas e alimentos. Também encontramos produtos para uso em veículos com data de validade vencida", disse Feldner. Os postos foram autuados por irregularidades como não disponibilizar documento fiscal até desrespeitar a regra do preço igual para venda à vista e no cartão de crédito, mas também foram feitas várias autuações por falta de certificações de segurança emitidas pelo Corpo de Bombeiros e ofertas de produtos impróprios ao consumo. (RR)