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Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

POLÍCIA
Terça-feira, 18 de Agosto de 2009, 20h:13

VIOLÊNCIA SEXUAL

Guarda de VG é denunciado por estupro

Vizinha de 15 anos seria a vítima do agente de segurança. Ele teve a prisão preventiva decretada por ter, supostamente cometido o crime em janeiro

ADILSON ROSA
Da Reportagem
O guarda municipal de Várzea Grande, Claiton Inácio de Jesus, de 34 anos, foi preso ontem por policiais da Gerência Estadual de Polinter (Gepol). Ele é acusado de estuprar sua vizinha, uma garota de 15 anos, em janeiro deste ano. Ele teve a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá no dia 12 deste mês e uma cópia foi encaminhada para a Gepol. “Recebemos a cópia ontem (anteontem) e cumprimos hoje. Nós o localizamos em sua casa, no bairro Sol Nascente, próximo da Delegacia do Complexo do Planalto”, informou o chefe de operações, policial civil Antônio Lourenço. O caso ocorreu em janeiro e a vizinha registrou queixa na Delegacia de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica). Desde então, o caso estava sendo investigado. Aos policiais, o guarda municipal negou ter praticado a violência sexual contra a vizinha, que não mora mais no bairro. Após a prisão, Claiton foi encaminhado ao Anexo I da Penitenciária Central do Estado, ao lado da Polinter, no bairro Centro América. Lourenço lembrou que somente presos especiais ficam no anexo I. Os demais são encaminhados para presídios comuns, dependendo principalmente da periculosidade. INCESTO – A Justiça decretou a prisão temporária do pedreiro Adão Lúcio da Silva Santana, de 42 anos, acusado de engravidar a própria filha de 15 anos. A adolescente está no sétimo mês de gestação. A prisão foi decretada pela comarca de Várzea Grande, a pedido da delegada Juliana Palhares. Policiais da Delegacia da Defesa da Mulher de Várzea Grande estiveram no bairro Terranova, mas não localizaram o pedreiro. Ele teria fugido desde a semana passada, quando a filha foi ouvida pelo Conselho Tutelar da cidade. Segundo a delegada, o pedido de prisão foi feito na semana passada, mas somente anteontem foi decretado. Nesse ínterim, o pedreiro aproveitou-se da situação para fugir. Ela explicou que o relato da adolescente foi decisivo para o pedido de prisão. A garota se mostrou convincente. As duas irmãs, uma de 11 e outra de 13, disseram ter ficado surpresas com o abuso sexual da irmã. Juliana esclareceu que no inquérito não existe a informação de outra filha ter sido molestada, embora o Conselho Tutelar leve em consideração duas vítimas. As três filhas estão sob a proteção do Centro de Referência Especializada de Assistência Social do município, onde ficarão até que o Conselho decida o destino das duas. Elas podem voltar a conviver com a mãe, que não sabia dos abusos praticados pelo marido contra as filhas. A mãe, ao saber da violência sofrida pela filha, saiu de casa. Conforme a delegada, a adolescente é uma menina fechada, com poucos amigos. Para a delegada, o pedreiro se valeu da ascendência para abusar da filha. A garota demonstrou ter grande afeto pelo pai, que é o responsável do sustento da família. A adolescente disse à delegada que ela foi violentada sexualmente apenas uma vez.

Edição EDIÇÃO 16959




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