NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

POLÍCIA
Quarta-feira, 09 de Fevereiro de 2011, 20h:30

INVESTIGAÇÃO

Acerto de contas com empresário

Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) não descartam a hipótese de um acerto de contas no assassinato do empresário Dolírio Afonso Vilea, de 70 anos, que morreu anteontem à tarde, após ficar quatro dias internado em estado grave, no Hospital Santa Rosa. Na sexta-feira à tarde, o empresário foi baleado enquanto tomava banho em sua casa, no bairro Nossa Senhora Aparecida, em Cuiabá. Conforme o relato da esposa, um homem chegou à frente da casa procurando pelo marido. Ela acreditava se tratar de um assalto e disse ao desconhecido que não tinha dinheiro e poderia levar o que quisesse. O criminoso, no entanto, não aceitou. Ele insistiu sobre a localização do marido. A esposa respondeu que não estava, mas como ouviu o barulho do chuveiro, o criminoso invadiu a casa e localizou a vítima no banheiro. Não esperou Dolírio nem sair. Da porta mesmo, atirou duas vezes, acertando todas. Levado ao Hospital Santa Rosa, o empresário estava internado em estado grave. Aos policiais que atenderam a ocorrência a esposa disse desconhecer os motivos do crime e não soube informar se o empresário estava sofrendo ameaças. As investigações apontam para um acerto de contas, uma vez que um assaltante sozinho não invade uma casa naquele horário para roubar. “A história está estranha, muito estranha. É possível que seja um acerto de contas”, disse um policial. Além da lanchonete no bairro Nossa Senhora Aparecida, o empresário era proprietário de um posto de combustível na cidade de Cáceres (a 230 quilômetros da Capital). Nos próximos dias, o delegado Renato André Gonçalves deverá ouvir a esposa para obter mais informações a respeito da vítima. O delegado poderá também confeccionar o retrato-falado do criminoso. (AR)

Edição EDIÇÃO 16959




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL