O Brasil está desenvolvendo a sua própria fórmula de fazer musicais e nessa direção vem trilhando nos últimos anos, com significativos aumentos na quantidade de espetáculos desse gênero. As produções vão desde Milton Nascimento Nada Será Como Antes, homenagem aos 50 anos de carreira do cantor, em cartaz até março no Rio, a Rock in Rio, história ficcional em cima do famoso festival de música carioca, que estreou no Rio neste mês. Mas os planos das produtoras são maiores e devem se estender às biografias de Elis Regina (1945 1982) e Cazuza (1958 -1990), além de espetáculos como Dancin Days e Chacrinha. Reportagem do jornal Valor Econômico destaca que os musicais ganharam fôlego no começo dos anos 2000, quando o mercado começava a experimentar o conteúdo internacional trazido pela empresa Time for Fun (T4F), como Les Misérables. Entre 2008 e 2009, num segundo momento do setor, novas produtoras apareceram e patrocinadores passaram a investir mais no segmento. E, neste momento, o setor parte para uma terceira etapa, com a busca de profissionais, de áreas técnicas e artísticas, por especialização, além do desenvolvimento de enredos mais próximos do público brasileiro. (com informações do Valor Econômico)