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Sexta-feira, 23 de Maio de 2025, 17h:22

CELEBRIDADES

Gwyneth Paltrow volta a defender vela com 'cheiro de vagina': 'Somos ensinadas a sentir vergonha'

Lançado há cinco anos pela Goop, marca da atriz, o produto não é mais comercializado, mas continua sendo muito procurado pelas clientes

ANA CORA LIMA
Da Folhapress - Rio
Gwyneth Paltrow não se arrepende da criação da vela com 'cheiro de vagina'

Dona da marca Goop, que vende roupas, bolsas, joias e artigos de bem-estar, Gwyneth Paltrow, 52, é sempre lembrada por suas clientes por um produto lançado em 2020 que se tornou centro de uma polêmica: a vela "This Smells Like My Vagina" ("Isso cheira como a minha vagina"). O item foi um case de sucesso da empresa da atriz, que ainda lançou outras duas velas provocativas: "This Smells Like My Orgasm" ("Isso cheira como meu orgasmo") e "Hands Off My Vagina" ("Não toque na minha vagina").
Durante sua participação no Mindvalley Manifesting Summit 2025, evento organizado pela plataforma de cursos online em Los Angeles no último sábado (17), Paltrow contou que o produto nasceu de uma brincadeira entre ela e sua equipe. "Estávamos experimentando diferentes aromas um dia. Eu cheirei algo e disse: ‘Isso cheira como… você sabe’. E eu estava brincando", relembrou.

Gwyneth Paltrow continuou explicando quem teve a ideia da vela: "O perfumista Douglas Little riu do meu comentário e disse que deveríamos fazer uma vela com esse nome e colocá-la no site. Achei que ele estivesse brincando e respondi: ‘Com certeza’. O produto acabou indo para o site e quebramos a internet", contou a atriz
Ela ainda esclareceu que as velas não foram criadas para ter o cheiro da vagina de uma pessoa específica. "Não. Tudo é um estudo de aromas como bergamota, gerânio e cedro, justapostos à rosa damascena e semente de ambreta."
As velas, é claro, geraram discussões nas redes, mas a atriz não se arrepende da criação. "Deixei no site porque há um aspecto da sexualidade feminina sobre o qual somos ensinadas a sentir muita vergonha. E eu meio que amei essa ideia punk rock. ‘Somos lindas, somos incríveis e vá se f****’", completou provocando risos na plateia do encontro.
Os produtos, já descontinuados, custavam US$ 75 (mais de R$ 300 na cotação da época) e, até hoje, muitos clientes pedem que eles voltem ao catálogo.


Edição EDIÇÃO 16959




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