Ney Franco estuda a melhor opção no duelo na seleção
WAGNER VILARON
Da Agência Estado - Arequipa, Peru
O ditado não existe por acaso: "Todo grande time começa por um grande goleiro". E não precisa ser especialista em futebol para entender a importância do camisa 1. Transmitir segurança à equipe, comandar a defesa e, claro, evitar os gols adversários. Por tudo isso, o técnico da seleção brasileira sub-20, Ney Franco, estuda com carinho para quem entregará o uniforme cinza (ou verde, conforme o gosto do freguês). Gabriel fez toda a preparação e foi escalado como titular nos três primeiros jogos - contra Paraguai, Colômbia e Bolívia. Porém, a segura atuação de Aleksander, na última partida (vitória por 1 a 0 sobre o Equador), causou o bom problema para o treinador brasileiro. COMISSÃO Preferido pela comissão técnica no início da competição, Gabriel mostrou algumas dificuldades de comunicação com seus zagueiros. Esse problema propiciou situações que colocaram em dúvida a segurança do goleiro cruzeirense, como saídas de gol atabalhoadas. Ao mesmo tempo, Aleksander aproveitou bem a oportunidade que teve na última rodada. Embora tenha enfrentado um adversário que atuou a maior parte do tempo com dez atletas, o jogador do Avaí mostrou segurança na saída de bola, poder de orientação da zaga e agilidade para fazer pelo menos duas boas defesas. Ney Franco evita comentar o assunto.