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ECONOMIA
Segunda-feira, 06 de Setembro de 2004, 20h:32

IMÓVEIS

Ginco lança obras do "Belvedere" em Cuiabá

R$ 30 milhões serão investidos no segundo empreendimento em Cuiabá

MARIANNA PERES
Da Editoria
A Ginco Empreendimentos LTDA lançou ontem, na Casa Cor 2004, as obras do seu segundo condomínio horizontal, em Cuiabá. Com aplicação de R$ 30 milhões, o Belverdere, ao lado do bairro Recanto dos Pássaros, no Coxipó, mantém o padrão de moradia do Florais Cuiabá, o primeiro da Ginco na Capital, mas tem como alvo, profissionais liberais, comerciantes e funcionários públicos. Os projetos da empresa, para Capital, visam um lançamento anual pelos próximos três anos. "Está em fase de análise final pela prefeitura de Cuiabá, mais um projeto de condomínio horizontal, que talvez se chamará Florais Chapada, e será construído ao lado do Florais Cuiabá. Nossa intenção é realizar um plano de urbanização para esta região, que está valorizada e não pode correr o risco de invasões", explica um dos proprietários da Ginco, Júlio César Braz. Além do Chapada, fazem parte do projeto de urbanização, um terceiro horizontal no mesmo local, o Florais Pantanal, e um condomínio vertical, o Mares, nas imediações do Shopping Três Américas. Sem citar cifras destes três empreendimentos, "porque muitos materiais variam com o dólar e então fica difícil bater o martelo em valor determinado, o que posso disse que em Cuiabá há potencial para comportar este estilo de moradia", afirma Braz. Sobre o vertical, Braz explica também, que a obra vai atender a um nicho do mercado imobiliário que está a procura de um apartamento de dois quartos e com ambientes amplos e com todas os benefícios e espaços de um horizontal. "Temos realizado desde 2001 pesquisas qualitativas e quantitativas do mercado imobiliário e nossos projetos vão de encontro às demandas", sentencia. BELVEDERE - Com as obras de fundação iniciadas, a Ginco entregará toda a infra-estrutura do residencial em novembro de 2007 e as construções particulares poderão começar em novembro de 2006. O metro quadrado do Belvedere está cotado a R$ 80, mas segundo Braz, os preços dos terrenos evoluem à medida que o espaço vai ganhando agregação de valor, ou seja, "à medida que as obras vão sendo visíveis, os preços reagem até 100%", aponta. O lote básico tem cerca de 400 metros quadrados. Ele explica que em 2001, quando as obras do Florais Cuiabá foram lançadas, o metro quadrado custava R$ 75 e atualmente, o valor de mercado é de cerca de R$ 135. "E como estaremos neste final de mês entregando toda a infra-estrutura do Florais, a expectativa é de que o metro quadrado chegue a R$ 140", aponta Braz. Apesar da manutenção do padrão, o Belvedere terá mais lotes, se comparado ao Florais. "Serão 924 lotes, contra os 510 lotes do nosso primeiro empreendimento", completa. Braz salienta que toda a mão-de-obra utilizada em suas construções são locais, desde a elaboração do projeto até a finalização. "Somos uma empresa cuiabana e mato-grossense, por isso valorizamos e contribuímos para a qualificação do setor, inclusive, adquirindo insumos de empresas aqui do Estado", ratifica Braz. Para o Belvedere, cerca de 350 pessoas, entre contratações diretas e terceirizadas, vão estar atuando durante a construção.

Edição EDIÇÃO 16959




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