Existem dois tipos de gasolina que são popularmente conhecidas e comercializadas no Brasil: a comum e a aditivada. Todas recebem a adição de álcool anidro, cujo teor varia de 20 a 23% dependendo da disponibilidade de álcool no mercado. Atualmente o percentual máximo permitido por lei é de 23% de álcool anidro. Gasolina comum é a gasolina mais simples e barata. A cor do produto varia de incolor a amarelada. Já a versão aditivada, é obtida pela adição de dispersantes à gasolina comum. Os aditivos dispersantes têm a função de manter limpo todo o sistema de alimentação de combustível (tanque, bomba de combustível, tubulações, carburador, bicos injetores e válvulas do motor). Normalmente essa gasolina é mais cara do que a comum. A gasolina é um combustível obtido do refino do petróleo e composto, basicamente, por uma mistura de hidrocarbonetos (compostos orgânicos que contêm átomos de carbono e hidrogênio). De um modo geral, o processo começa com uma simples separação física, denominada destilação. Da destilação aproveita-se a nafta para a produção da gasolina. Dessa mesma destilação obtêm-se várias parcelas, uma delas denominada gasóleo. O gasóleo passa por processo complexo, que modifica a estrutura das moléculas. Deste processo é obtida uma outra nafta chamada nafta de craqueamento que pode ser adicionada à nafta de destilação para a produção de gasolina. O tempo para produção de uma gasolina varia muito dependendo do tipo de petróleo, do processo utilizado, da quantidade que se precisa produzir e do tipo de gasolina. Para a produção de gasolina de qualidade é necessário que seja observado sua volatilidade, a estabilidade e a corrosividade, de forma a garantir o funcionamento adequado dos motores.