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Da ala histórica do PT, Edna Sampaio ficou revoltada por não ter sido escolhida para representar o partido na disputa por uma vaga no Senado
A ex-vereadora Edna Sampaio usou as redes sociais para denunciar a prática de "racismo estrutural" no seu partido, o PT, em Mato Grosso.
Embora tenha colocado seu nome à disposição ainda em janeiro, ela foi preterida na escolha do nome que vai disputar uma vaga no Senado pela federação PT-PV-PCdoB.
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A reclamação ocorre depois que o partido optou por apoiar uma chapa formada pelo ex-governador Pedro Taques (PSB) e pelo senador Carlos Fávaro (PSD), dentro de uma articulação nacional da sigla.
“Uma decisão que foi tomada em nível nacional, sem sequer ter feito a discussão em nível estadual, foi exatamente a resposta para o nome de uma mulher preta colocada para disputa ao Senado, aqui em Mato Grosso”, declarou.
A ex-vereadora também criticou a escolha de Taques para compor o campo político apoiado pelo partido.
Apesar das divergências, afirmou que respeita a decisão da maioria e que seguirá atuando politicamente em defesa da candidatura do presidente Lula e da eleição de representantes alinhados à classe trabalhadora.
Edna Sampaio teve o mandato de vereadora em Cuiabá cassado em 2024.
Ele foi acusada de quebra de decoro parlamentar, em um processo relacionado a acusações de participação em um suposto esquema de “rachadinha”.
Em 2025, a decisão foi anulada pela Justiça, que reverteu a cassação determinada pela Câmara Municipal.
Hoje, ela é suplente de deputada estadual e já assumiu a titularidade do cargo, na Assembleia Legislativa.
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