A elaboração de um plano de cargo, carreira e salário envolve diálogo, preparo e investimento. Conforme o superintendente da STRE, Valdiney Arruda, sua elaboração deve acontecer de forma participativa e democrática. A arquitetura do plano é baseada em três elementos estruturais: equilíbrio salarial interno e externo, desenvolvimento na carreira e avaliação por competências. No plano privado é mais fácil (de ser implantado) porque é estruturado de acordo com a atividade econômica inserida. No campo público, a discussão é mais ampla, a construção é mais complicada por que envolver a versação do serviço, o que a administração precisa e a política do momento, frisou. Por outro lado, com a formulação conjunta do PCCS, todos os envolvidos podem compreender melhor a importância de sua implementação e aprofundar seus conhecimentos sobre os direitos e os deveres referentes ao serviço público ou privado. No setor privado, cabe à STRE fazer a análise do PCCS sob os aspectos legais e, se tudo estiver certo, homologá-lo. Já no serviço público, depende da aprovação legal dos legisladores.