NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

CIDADES
Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012, 21h:23

INPE

Desmatamento concentra-se na região de norte de MT

Laura Nabuco Da Reportagem Responsáveis pela derrubada de 108,14 quilômetros² de mata, 18 municípios do Norte mato-grossense colocaram a Base Operacional do IBAMA em Sinop no topo da lista de desmatamento da Amazônia no mês de agosto. Os dados são do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que apontam 522,3 quilômetros² de degradação florestal neste período. Mato Grosso é o segundo Estado da lista. Com 208,98 quilômetros² de matas derrubadas, perdendo apenas para o Pará, que destruiu 19 quilômetros² a mais no mesmo mês. Se for considerado o desmate constatado pelos satélites do INPE desde o início do ano, no entanto, Mato Grosso é o campeão. Foi responsável por 849,5 quilômetros² de desmatamento. A quantidade é quase o dobro daquilo que foi constatada no Pará e o equivalente a 54,35% de todos os 1.62,98 quilômetros² de mata degradadas no período. Na lista das 17 bases operacionais do IBAMA que mais registraram desmatamento em agosto, cinco estão dentro do território mato-grossense. A de Juína aparece em quarto lugar, com 33,57 quilômetros²; Guarantã do Norte em sexto (16,67); Vila Rica em sétimo (16,34); e Alta Floresta em nono (8,43). Se comparados aos dados de julho, o desmatamento em Mato Grosso cresceu 16,47%. À época, dos 213,57 quilômetros² desmatados, 50,26 estavam dentro do Estado. Procurada pela reportagem do Diário de Cuiabá, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) não se pronunciou. Por meio da assessoria, informou que o secretário Vicente Falcão estava em reunião e não podia comentar o assunto.

Edição EDIÇÃO 16959




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL