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CIDADES
Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011, 20h:51

Corte de 500 servidores ao menos

Além de investimentos, demissões e redução de gastos ou custos estão entre as medidas consideradas de choque que vêm sendo adotadas, segundo o secretário de Estado de Saúde, Pedro Henry. Isso, conforme ele, para tirar a saúde pública, especialmente na região metropolitana, do caos em que se encontra. Conforme Henry, para colocar em funcionamento hospitais como o Metropolitano, em Várzea Grande, o Estado terá que desembolsar de R$ 2 a R$ 3 milhões ao mês. “Esse dinheiro sairá da eficácia na gestão da Saúde”, afiançou. Assim, ele informa que aproximadamente 500 funcionários contratados foram ou serão demitidos nos próximos dias. “Estamos tomando atitudes amargas. Mas, temos quase mil servidores cedidos (para outros órgãos) e estamos demitindo os contratados da Saúde, muitos com salários altos”, destacou. Nos próximos dias também a SES pretende realizar o primeiro pregão online para compra de medicamentos. Com a modalidade de pregão eletrônico, a expectativa do secretário é reduzir em até 40% os gastos com a aquisição de remédios. “São cinco mil fornecedores que via web irão oferecer seus preços e vamos decidir pelos menores”. (JD)

Edição EDIÇÃO 16959




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