Uma das preocupações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) é a grande quantidade de celulares em mãos de detentos. Com eles, os criminosos negociam drogas, planejam assaltos, roubos de veículos e outras ações. A maior parte dos celulares, assim como entorpecente, acaba entrando no horário de visitas. Para a delegada Cleibe de Paula, é preciso fazer uma varredura, através de escutas telefônicas, para localizar os celulares e outros equipamentos. Com isso, será possível desarticular os esquemas criminosos. É preciso apreender todo e qualquer equipamento eletrônico que esteja com os detentos, frisou. (AR)