O Ministério Público do Distrito Federal avalia recorrer do habeas corpus que foi expedido pela juíza Sandra de Sanctis, do Tribunal de Justiça local, e que suspendeu o pedido de prisão, em regime fechado, do empresário Nenê Constantino, um dos fundadores da Gol. Como o Tribunal de Justiça do Distrito Federal expediu dois decretos de prisão, Constantino ainda permanece preso em regime domiciliar, em sua casa no Lago Sul, região nobre de Brasília. Segundo o promotor Bernardo Urbano, até o final do dia o Ministério Público deve definir qual medida será adotada - entre elas um novo pedido de prisão em regime fechado. "Nós estamos avaliando as medidas. Essa decisão da juíza é muito complicada", disse.Constantino é alvo de dois processos que apuram a tentativa de assassinato de seu ex-genro, Eduardo de Queiroz, em 2008, e o assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo, em 2001. O empresário é acusado de ser o mandante nos dois casos. Ele nega envolvimento nos crimes.