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ARTIGO
Terça-feira, 12 de Agosto de 2014, 19h:54

WILSON CARLOS FUÁH

Plano de governo para a educação

Este é o memento para votar naquele candidato tem em seu plano de governo, a proposta definida para promover uma revolução no Sistema Educacional, é neste momento que os candidatos devem repensar uma saída para as crianças, tirando-as do comprometimento do imobilismo para dotá-las de atividades criativas, tirando-as da frente da televisão que as deseduca com cenas de falso amor e de sexo pelo sexo; e que de cena em cena elas aprendem sobre vidas erradas e procedimentos incorretos em relação à questão da ética e da moral. E o que falar sobre os efeitos equipamentos e celulares que impõe a filosofia da violência, causando influência sobre as crianças e comprometendo as gerações futuras. A maioria dos eleitos, ao governar ficam preocupados apenas as próximas eleições. Durante os debates o povo tem que estar atento para entender o que os candidatos estão pensando sobre a formação dos jovens, quem entre eles propõem revolucionar o sistema educacional do Estado de Mato Grosso, com implantação da educação integrada e o que pensa sobre a grade escolar? O que ele pensa sobre o sistema atual onde as crianças tema sua formação na passividade, sentadas em carteiras escolares enfileiras. Saber o que ele pensa sobre implantar um sistema participativo, possibilitando o debate, saindo das provas que adotam o sentido do “decoreba” para o sistema reflexivo, não adianta usar a educação como astúcia de diplomação, mas sim formar os jovens para enfrentar os grandes desafiados e assumir uma postura proativa frente ao mundo tecnológico. O que vemos na formação escolar são alunos ocupando a fileira do recebimento passivo dos conhecimentos, com acumulação de repetitivas teorias, mas não há a incorporação do conhecimento, não há reflexão e com isso não existe a difusão da inteligência. Veja o que o seu candidato pensa sobre diminuir a idade penal? Se o seu candidato disser que é a favor, tenha certeza governará o Estado com mudanças provisórias, a realidade violenta em que vivemos, adotar mudanças provisórias não resolve. Talvez ele seja como inúmeros políticos irresponsáveis andam pregando a diminuição da idade penal, até chegar aos berçários, sim mas, desde que seja para os filhos dos outros. As cadeias estão lotadas, tem cidade que estão acorrentando presos em praças públicas. Não adianta aumentar a capacidade de vagas nos presídios, diminuir ou aumentar a idade penal. A raiz da questão está na formação educacional e possibilidade de empregos aos jovens, devemos diminuir a idade para o primeiro emprego e não a idade penal. Veja o que o seu candidato pensa sobre o Secretário de Educação? Os governos usam o Cargo de Secretário responsável pela educação, como barganha política. A escolha é definida em forma de acordos eleitoreiros ou favores eleitorais. A Secretaria de Educação é jogada na mão de um Deputado eleito, para abrir vaga para o substituto. Políticos usam a Secretaria de Educação como feudo, o partido vira “dono” dos cargos. A direção do sistema educacional está nas mãos de políticos, será que com eles no comando, houve alguma evolução para os alunos ou só para eles mesmos? Que a escola do saber forme alunos que saiam da velocidade da instantaneidade, forme jovens que não esteja apenas preocupado com os resultados momentâneo. Que o Sistema Educacional que forme cidadão com visão que os levarão para o mundo do pensar antes de agir; hoje vemos milhões de jovens vivendo a síndrome WhatsApp, pensando com os dedos polegares, desativando o pensamento reflexivo, sem iniciativa e sem métodos de mudanças. Como mudar? Enquanto não se buscar o extraordinário e o revolucionário para a educação, diminuindo a idade para o primeiro emprego, abrindo vagas o sistema de estágio para que os jovens tenha ocupação e que gaste sua energia corporal e mental de forma positiva, só assim o futuro para os jovens desocupados será menos sombrio e tendo sentido próprio, e a violência nas ruas serão coisa do passado. Os alunos não recebem conhecimento sobre ética, lógica e dialética, consciência crítica e formação de lideranças, que dê o poder de eloqüência para saber-se dialogar e autodefender. Que entre os candidatos tenha pelo menos “unsinho” que tenha em seu programa de governo no item educação que tem a intenção de promover a grande reforma, e que essa reforma não demore e que venha de uma forma bem discutida e pensada, para transformar as outras gerações em seres defensores de si mesmo por toda a sua existência. *WILSON CARLOS FUÁH – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas. [email protected]

Edição EDIÇÃO 16964




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