O sr. Carlos Luppi está querendo ditar o rumo de Mato Grosso. Para quem tem memória curta, vou relembrar alguns fatos: esse indivíduo foi exonerado do primeiro escalão do governo Dilma, após fortes indícios e denúncias de corrupção. Antes de cair ficou esbravejando que era intocável, sem uma grama de modéstia ou sensatez. Seja lá quem Luppi for apoiar, mas esse não terá meu voto. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT
[email protected] *** Tomara mesmo que esse falso moralista se candidate e leve uma sonora surra das urnas. Enquanto ele faz politicagem aqui em Cuiabá, dorme na gaveta dele o Projeto de Reforma do Processo Penal, sua grande promessa de Campanha. Se esse cidadão sequer cumpre suas promessas, sequer dá conta de propor alteração do Código Penal, que é um assunto da especialidade dele, como quer administrar Mato Grosso? Nós mato-grossenses não merecemos. LUIZ EDUARDO ARRUDA, Cuiabá/MT
[email protected] Pará conhece projeto de ferrovia Ideia fantástica. Uma pena que estamos no Brasil. Só para licença ambiental levará uns 10 anos. Sem contar com as ações do MP ambiental. O Brasil precisa tomar um choque de gestão. Somos o único País que se afoga na fartura. Isso é o mesmo que morrer de fome no meio da comida. CLEOMAR DIESEL, Cuiabá/MT
[email protected] País dos estatutos Que pena que esses Estatutos não tenham sido instituídos por volta de 1945, quando empreguei-me em uma pensão na Av. Gomes Freire, no Rio de Janeiro. Que tal, facilitar também, a entrada dos jovens (atuais) nos Cabarés e nas Zonas do Baixo Meretrício? Não seria bom também, facilitar as compras desses jovens, nos bares e afins, para pagarem somente a metade do preço do cigarro, da cerveja, da pinga e demais bebidas? JOÃO FERNANDES DE OLIVEIRA, servidor público, Nova Xavantina/MT
[email protected] Candidatura confusa Rui Prado quer completar 10 anos de mandato para não perder a tradição. Em 48 anos de Federação, apenas 4 presidentes eleitos. Pelo que se disse na Assembleia, Rui recebe 50 mil por mês ou 600 mil ao ano. Não vai querer largar a mamata... BERNARDES BERNARDO, produtor, Cuiabá/MT
[email protected] Bento Lobo: Cuiabá não deu a ele as flores em vida Tenho orgulho de ter sido criado por um homem, de tamanho valor e notória simplicidade, como Bento Lobo. Ele nunca fez distinção entre os filhos e, graças ao apoio e educação que recebi, sai do Abrigo Bom Jesus de Cuiabá (Casa das Crianças) para fazer carreira como servidor da UFMT. Honestidade e humildade são alguns dos valores que aprendi e ensino às minhas filhas Mayra e Janayna Cajueiro. Parabéns, Evaldo, pelo artigo. Cuiabá precisa de pessoas comprometidas e que valorizem os cuiabanos, assim como Bento Lobo. JOÃO BOSCO CAJUEIRO, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] Secopa está sonegando informações A Câmara Municipal vai ter muito trabalho no seminário que pretende realizar em julho para convencer e arregimentar apoio do povo para as obras da Copa. Basta esse ultimato de 72 horas que o TCE concedeu para que a Secopa apresente relatórios dos cronogramas físico e financeiro atrasados numa espécie de sonegação de dados dos meses de fevereiro e março para se chegar a uma conclusão de que realmente tem algo de podre no reino da Dinamarca. Impossível pretender uma transparência para algo que começou errado continua errado e possivelmente vai acabar mais errado ainda. O povo não é tão ignorante como querem fazer crer os gestores da obra. MARCELO MATTOS, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] Silval admite que Mundial consumiu metade do mandato Se não tinha competência, então por que modificou os projetos? Se não tinha competência então por que se candidatou a governador? A resposta é simples: fome de corrupção, enriquecimento ilícito, prevaricação, peculato e outros mais. MARCOS NEGRETTI, engenheiro/advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Chefes de família são conservadores Interessante essa pesquisa, acerta quanto a uma unanimidade nacional, o Exército, instituição que perde em prestígio nacional apenas para a igreja católica, fato no qual não é mais que uma confirmação das pesquisas nacionais. Mas ao misturar televisão, no caso, apenas a emissora do plimplim, com pesquisa acadêmica baseada em princípios científicos, apresenta uma fraqueza ideológica e de falta de rigor à luz das Ciências Humanas. Apresentar que uma novela pode influenciar homens já com meio-século de vida, na questão da visão da hierarquia e disciplina, é negar que eles passaram por um país mais sério, no ponto de vista disciplinar, que na juventude viveram sob uma ditadura militar, e que são saudosistas de um período em que pelos menos parecia ter uma ordem social mais pacífica e definida. Outra questão interessante é o exemplo de pai de família da denominada cuiabania, com tantos cuiabanos de 'tchapa e cruz' para melhor traduzir o conceito e as variáveis da pesquisa, optaram por apresentar um carioca, o que não fica claro é que por viver tanto tempo em nossa cidade o carioca já assimilou a tal cuiabania? Será que numa pesquisa sobre o 'espírito carioca' de ser apresentariam um 'cuiabano' que vive muitos anos na cidade maravilhosa? São essas pesquisas revestidas e protegidas pelo manto da ciência que fazem a academia estar sempre distante dos brasileiros comuns, os mesmos que sustentam os numerários gastos pelos pesquisadores, sem oferecer nenhuma linha de certeza sobre a real necessidade de tais gastos. Falácias e somente falácias. FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
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