No campo político estamos observando atentos o real interesse de administrar bilhões de reais. No entanto esse interesse de controlar esta grana parte daí o olho grande para a corrupção. Outro fator de atraso é querer colocar a Rua 13 de junho como corredor exclusivo para ônibus, esta rua por ser estreita é a principal rua comercial de Cuiabá,onde era para ser transformada num calçadão e proteger o comércio. Que se faça de corredor exclusivo a Prainha, Av. Mato Grosso, Getúlio Vargas, Av. Dom Aquino. Tem que desafogar, isto é tirar os ônibus do centro, onde ônibus da região do Coxipó só vem até a Santa Casa e retornam pela General Melo. Os ônibus do CPA vêm até a Av. Mato Grosso e retornam, região de Várzea Grande Coopamil, Santa Isabel e Amália, vem pela Prainha e retornam pela XV de novembro. Tem que colocar nesta administração de Tráfego urbano homens que têm cabeça e pensam e tomam decisões. GERSON COSTA, empresário, Cuiabá/MT
[email protected] Populares não sabem quem administra VG Várzea Grande passa por uma crise administrativa, sim! A segunda maior cidade de Mato Grosso, hoje, teve raras vezes pessoas de visão gerencial de fato. Desde a primeira ponte em 1942 a terceiro distrito de energia de Cuiabá em 1945 até sua emancipação em 1948 essa cidade não ostentou uma cultura gerencial. Não é nem por culpa do ex-prefeito Murilo Domingos nem é pelo senhor Jayme Campos, mas por conta de uma série de fatores para a atual crise administrativa. Alguns dos fatores que levaram a cidade a não ter uma cultura gerencial seriam a falta de um planejamento urbano, faltou o acompanhamento de instrumentos primordial a atividade administrativa pública como a Constituição de 1988 e a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) em 1996 e pela LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) pelo não cumprimento de diretrizes e execução orçamentária, levaram a segunda maior cidade de Mato Grosso a ter também o segundo maior montante de precatórios desse estado. Mas ao longo dos anos essa cidade passou ganhar e também a perder, ganhar pela referida Constituição de 1988 e pela Lei de Responsabilidade Fiscal de 1996 a cidade ganhou estatura e estrutura de município, com competências tributárias e a lei orgânicas, mas Várzea Grande perdeu incentivos fiscais, oportunidades de planejar como cidade e gerenciamento e ganho de recursos. Apesar do atraso dos anos com crescimento populacional não visto pelas autoridades competentes, a cidade hoje apesar dos pesares um plano diretor a criação da região metropolitana e uma pequena série de melhorias na área gerencial, mas a cidade tem muito que avançar em execução orçamentária e uma boa administração financeira de sua receita/PIB para não gastar mais do que ganha. É uma oportunidade de olharmos mais com outros olhos a gestão da prefeitura que a cada 4 anos temos um novo dirigente. BRUNO LUIZ DA COSTA BULHÕES, Várzea Grande/MT
[email protected] MT supera o líder SP em produçãoagrícola Sempre falei e digo, Mato Grosso tem terra, água e clima e vai ser o celeiro do mundo. Os mato-grossenses têm que se sentirem orgulhosos disto, principalmente de terem homens que investem na produção agrícola. Parabéns Mato Grosso! JASSON COLETA, empresário, Cuiabá/MT
[email protected] Sarney pede revogação do Estatuto do Desarmamento Tenho um razoável vocabulário, mas não consigo encontrar a palavra com a qual gostaria de qualificar esse cidadão(?!). Veja a indecência, a covardia, o oportunismo, a falta de respeito às famílias das vítimas, usar uma tragédia dessa natureza para falar em desarmamento. Somos, assim, tão cretinos, a ponto de aceitar que se houvesse maior rigor quanto da aquisição e porte de uma arma, essa tragédia não teria ocorrido. Será que inteligência é privilégio de acadêmicos. Estou escrevendo um livro, aliás, dois. Tomara que tenham aceitação, mas não sucesso suficiente para incluir-me nessa turma. Até demente sabe que essa ocorrência foi um caso de demência para, daí, falar-se em desarmamento?! Se este texto fosse manuscrito estaria todo tremido, tamanha minha ojeriza. Se vocês, donos vitalícios do poder, não nos solapassem tanto, teríamos um país sem grandes preocupações quanto à população possuir uma arma de fogo, pois que teríamos uma segurança pública capaz de nos dar tranquilidade e, também, uma educação de qualidade que, dizem como desculpa, na falta, leva aos caminhos da marginalidade. Por que V.Exa.(?!) não começa dando o exemplo e desarma seus seguranças que, por sinal, nós pagamos. Por que? Teme alguma vingança? De que? Se como político que é, é puro! Menos mal, seria santificado. Eu sei a causa de sua preocupação. Uma população armada poderia ter anseios de faxinar o Congresso, bem como o Judiciário que acoberta Suas falcatruas, algo semelhante ao saudoso AI-5, já que as CPIs não levam a nada. Vejam a coincidência: Hoje, organizando/faxinando umas pastas/arquivos, encontrei cópia de um artigo jornalístico - pena não ter o nome do autor - com este título: "Desarmamento: A Alegria do Crime!"Sendo longo, vou citar, apenas o porquê da preocupação do nosso zeloso senador: História para quem esqueceu, ou nunca soube: Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e meio de armênios, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 13 milhões de judeus e outros não arianos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1935, a China desarmou sua população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1964, a Guatemala desarmou sua população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 mil índios maias, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1970, Uganda desarmou sua população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1956, o Camboja desarmou sua população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas instruídas, impossibilitados de se defenderem, foram caçadas e exterminados. O artigo é longo mas, frente à sanha e preocupação do senador, vou procurar reproduzi-lo na mídia que me conceder espaço. Ou, de repente, não somos uma população ordeira?! Melhor precaver-se. Senador, um de nós está a um passo da demência. Sorte que V.Exa. não usa armas, logo não cometerá tragédias. Eu?! Se me desarmaram! JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
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