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Cuiabá MT, Quarta-feira, 10 de Junho de 2026

ARTIGO
Quarta-feira, 29 de Junho de 2011, 21h:48

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13 de Junho, um monumento à paz

“José Antônio, parabenizo pela projeto. Precisamos avivar nossa memória histórica. Sou descendente dos Gaudie Ley e sei que muitos antepassados de minha família tanto lutaram no conflito, como depois pereceram com a varíola que matou mais da metade da população de Cuiabá. Poucas cidades no Brasil têm um passado tão glorioso como Cuiabá. Precisamos transmitir isso à sociedade cuiabana.” LUIZ CARLOS BANDEIRA, bancário aposentado, Campo Grande/MS [email protected] *** “A praça terá mais vida, já que está tão descuidada. A Capela seria melhor localizada e o monumento reviveria a história, esquecida e desconhecida para muitos. Abraço esta ideia.” SILBENE MONTEIRO, aux. administrativo, Cuiabá/MT [email protected] Vamos mostrar a força dos municípios “Uma coisa é emancipar distritos dentro da lógica da distância e do descaso político de prefeitos, vereadores e até da justiça municipal; completando assim a falta de Estado na vida de brasileiros que por acaso do destino e das divisões dos limites municipais vivem em localidades isoladas. Outra coisa é criar municípios simplesmente para se tornarem currais eleitorais de determinadas potestades estaduais. Criar municípios visando apenas dividendos e lucros políticos para aumentar a base de apoio de grupos políticos faz crer ao incauto cidadão de que se está promovendo justiça. Ledo engano. Municípios vivem e sobrevivem de arrecadação de impostos, seja própria seja da divisão do bolo do estado ou até das verbas federais, caso às vezes da educação e da saúde. Outra forma de manter municípios é fazer com que sejam colocados na situação de rêmoras, sobrevivendo do resto do banquete do tubarão, que no caso é o chefe político que domina a região de interesse. Esse comensalismo é desejado por alguns, mas principalmente pelo Carcharodon carcharias (tubarão-branco) regional, afinal é mais gado pro seu curral. Quanto à divisão de estados, creio que só ocorre quando há descontentes na classe política da região interessada, que alijada do poder central, incita aos cordeirinhos de sempre à rebelar-se dos algozes da tenebrosa capital, gente insensível e sem visão. Um ingrediente que ajuda sempre é quando os interessados e a maior parte da população são extraterrestres, com etnia, cor e dialeto diferentes dos detentores do poder central. Com esses ingredientes faz-se uma revolução, quiçá uma guerra. No sul do Pará é bem assim que funciona, lá, por exemplo, vivem mais maranhenses, pernambucanos, piauienses, goianos, tocantinenses, capixabas e gente de outros estados que paraenses; e com o descaso de Belém deu-se ensejo às reivindicações de elementos como o deputado federal Asdrúbal Bentes, também um extraterrestre como os demais que o apoiam, e que almeja ser governador do novo Estado, pois em Belém, terra de Barbalho, ele não vinga. Já aqui em Mato Grosso, apesar de ter poucos municípios como o Pará, não há como ser dividido no agora pelos nortistas, que na ironia da autoafirmação são todos sulistas de carteirinha, vai entender isso? Mas num futuro mesmo com municípios crescendo como rabos de cavalo poderá ser a bandeira dos lobos em pele de cordeiro. Uma estratégia de fuga da arte da guerra, visto que após tomarem de assalto o poder estadual, os Carcharodon carcharias não mais falaram de divisão com a mesma ênfase de antes, ou seja, da equação da divisão por mim supracitada perdeu-se a parte mais pujante, mas ainda restam outras depois de acendido o estopim sectário, e uma delas é a pressão dos outros alijados do poder, por isso a busca por maior quantidade de municípios. Uma ressalva: comparar quinhentos anos de Minas Gerais com os menos de quarenta de todo o Mato Grosso após a divisão é bastante simples quando se quer complicar as coisas. O enigma que fica: Riva ria ontem, hoje apenas sorri.” FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “São as mesmas características com uma outra forma de dividir, acho que a criação de novos municípios divide sim os poderes daqueles prefeitos que agora comandam e que com certeza não querem essa divisão. Ao perder o poder da extensão de sua área de comando, também perdem poderio eleitoral. Enquanto isso, essas populações além distantes, sofrem com o abandono dos seus gestores que esquecem das infraestruturas necessárias em sua cidade, e muitas vezes só lembram de algo quando é chegada a hora das eleições. Sei de municípios bem, aqui pertinho que estão abandonados pelo poder público, a exemplo de Poxoréu e o Vale de São Domingos dentre outros. Esperamos que o governador seja um caminhante em seu governo, que não fique um só município sem a ‘batuta’ de sua gestão. Afinal, todos votaram e esperam receber por tudo aquilo que pediram ou lhes fora prometido. Diversificar é preciso, melhor ainda é descentralizar.” LUCELIO COSTA, autônomo, Cuiabá/MT [email protected] Projetos de mobilidade são revisados “Essa história de estudos, revisão e outros blablablás, viagens, consultoria, etc. está cheirando a incompetência pura ou aquela história do Ali Babá e seus 40. Abra o olho, governador.” DIOCLIDES MACEDO, geógrafo, Cuiabá/MT [email protected] *** “Este fato é só um exemplo dos entraves que ainda estarão por vir, demonstrando que quando não há planejamento e estudo antecipado, com gente qualificada, e inúmeras variáveis não são levadas em consideração no projeto, pois passam despercebidas e são menosprezadas, o resultado só pode ser o fracasso, infelizmente.” OTHMAR THOMAZ ILITY, piloto comercial, São Paulo/SP [email protected] Oitava execução atribuída a Arcanjo “Valdir Pereira podia ter seus erros e defeitos, mas... ele foi uma pessoa que antes de ser vereador e depois de ganhar como vereador ajudava muitas famílias que dele precisaram... tirou muitos jovens da malandragem, incentivou o esporte no nosso bairro e trouxe muitos benefícios para os bairros interligados ao bairro onde ele morava. Depois do prefeito Jaime Campos, o Valdir foi um dos únicos que fizeram alguma coisa para nós aqui do bairro Manancial e região, e hoje somos totalmente abandonados, jogados ao vento... como diz o ditado: ele podia ser uma fruta podre... mas será que alguém lembra do que ele o ajudou? MARIA EUNICE PINHEIRO, telefonista, Cuiabá/MT

Edição EDIÇÃO 16959




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