Sachetti admite que projetos políticos dependerão do PR
RAFAEL COSTA
Especial para o Diário
Com o discurso de que não pretende ser adepto de políticos profissionais, o ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), disse que O seu futuro político segue indefinido e afirma que sua preocupação no momento não está dedicada para a ocupação de um cargo eletivo ou de indicação política. O que mais quero agora é trabalhar. Não sou político carreirista para sair correndo atrás de outro cargo porque perdi uma eleição. Não tenho motivos para ser candidato tão cedo. Sachetti ainda negou de forma veemente que seu nome esteja cotado, pelo menos da sua parte, para assumir alguma Secretaria na gestão do governador Blairo Maggi e afirma que seus projetos políticos serão definidos conforme as pretensões do PR. Faço parte de um grupo político que tem suas metas a serem atingidas. Mas não houve conversas de construção de uma candidatura para 2010 e em nenhum momento cogitamos a possibilidade ocupar cargos na gestão estadual. Nos bastidores comenta-se que Adilton Sachetti pode assumir a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) em substituição ao atual titular, Luiz Henrique Daldegan o que, segundo ele, não passa de mera especulação. Ninguém da imprensa tinha conversado comigo antes a respeito disso. Nunca houve diálogo neste sentido e não há possibilidade de acontecer, destaca. Quanto à sua preferência em relação a algum candidato do PR para a disputa ao governo do Estado em 2010, Sachetti alega que a discussão no momento além de ser prematura e inoportuna impede a discussão de temas mais importantes para Mato Grosso. Não defendo nomes do PR ou da base aliada porque entendo que neste momento a discussão é inválida. Devemos nos preocupar com a duplicação da Serra de São Vicente e outras obras que fortaleçam a infraestrutura de nosso Estado do que a sucessão para o governo. Ele declara ainda que no momento não prefere discutir política partidária já que há uma série de outros elementos que inviabilizam discutir no momento a construção de candidaturas. Há problemas nos setores da agricultura e meio ambiente e também em importantes rodovias de Mato Grosso. Aceito participar de uma discussão referente a solução destes problemas porque é o meu método diferente de fazer política. É inútil defender um nome agora porque o cenário político muda facilmente e as coligações são definidas geralmente um anos antes do pleito, ainda não estamos nesta fase, argumenta.