O presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador João Madureira (PSC), garante que entregou todos os documentos solicitados pelo promotor de Várzea Grande e que não permite a contratação de funcionários-fantasmas no Legislativo. Madureira ainda se defendeu da acusação afirmando que ele, quando assumiu como prefeito da cidade, denunciou casos de funcionários- fantasmas na prefeitura. Os vereadores não são loucos, porque qualquer um pode entregar. Isso aí é alguém querendo denegrir a imagem na Câmara. Não existe isso e nós estamos de portas abertas para qualquer investigação, disse. Em março deste ano, prefeito e vice-prefeito foram afastados pela Câmara dos Vereadores, mas cerca de 40 dias depois conseguiram voltar por meio da decisão da Justiça. Nesse período Madureira, como presidente do Legislativo, foi o prefeito de Várzea Grande. Uma das justificativas de Madureira para a busca e apreensão é que o presidente que ficou em seu lugar pode não ter entregue algum documento. Eu repassei tudo o que foi pedido, tenho certeza. E se houverem funcionários-fantasmas, vão achar e serão punidos, disse o presidente. Durante os 40 dias em que esteve como prefeito, o vice-presidente da Câmara, vereador Maninho de Barros (DEM), esteve à frente do Legislativo. (ARF)