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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011, 22h:28

Em carta, Serys tenta sensibilizar militantes

Depois de a comissão de ética estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) ter pedido sua expulsão, a ex-senadora Serys Slhessarenko enviou ontem uma carta aos militantes petistas de todo o Estado. Na carta, a petista tenta sensibilizar os colegas partidários ressaltando a sua história política e de militante petista. Ela lembra que se filiou à sigla em 1989, conseguindo se eleger deputada estadual no ano seguinte, reeleita em 1994 e 1998. Em 2000, foi candidata à prefeitura de Cuiabá, ficando em 3º lugar, atrás de Roberto França e Wilson Santos, respectivamente. Em 2002 a petista foi eleita senadora da República, junto com Jonas Pinheiro, do então PFL, derrotando de forma surpreendente o ex-governador Dante de Oliveira, que deixava o comando do Estado com um alto índice de aprovação e liderava as pesquisas de intenção de voto, desde o começo da campanha. Como senadora, Serys participou de várias comissões, dentre elas a de Constituição e Justiça (CCJ), foi relatora da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do Orçamento Geral da União, presidente do Conselho da Mulher Cidadã Bertha-Lutz, da coordenação da Bancada Feminina do Congresso Nacional e membro da mesa diretora do Senado como 2ª-vice-presidente e presidente do Senado por trinta dias nas licenças do presidente José Sarney e do 1º-vice, Marconi Perilo. Ela lembra também que sempre militou como dirigente partidária, sendo inclusive eleita presidente da sigla em Mato Grosso, em 2005. Segundo a ex-senadora, na carta, ela foi candidata a prefeita de Cuiabá em 2000, “para consolidar uma bancada de vereadores”. No final da carta, Serys afirma que durante todos os seus três mandatos se dedicou à construção partidária no interior, desde o início da década de 90, até o final do mandato dela como senadora, no início deste ano.

Edição EDIÇÃO 16964




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