Primeira Página
Sábado, 30 de Junho de 2012, 22h:33
A
A
PSD
Em 1º eleição, sigla confirma Brito
RENATA NEVES
Da Reportagem
O Partido Social Democrata (PSD) enfrentará sua primeira eleição em Cuiabá, já como cabeça-de-chapa. Em convenção realizada na noite de ontem, a legenda homologou a candidatura do ex-secretário municipal de Governo e Comunicação, Carlos Brito. O candidato a vice-prefeito, no entanto, ainda não foi anunciado por questão de estratégia, já que a sigla ainda mantém conversações com alguns partidos. Até o momento, Brito conta com o apoio do PSDC, PSC e PRTB. Porém, a expectativa é de que novas siglas sejam integradas ao grupo. Na lista de partidos dos quais o candidato espera ter apoio constam o DEM e o PTB, do prefeito Chico Galindo. Devemos anunciar o vice amanhã [hoje] ou nos próximos dias, mas está praticamente descartada aliança com o PTB, por decisão deles próprios, declarou o candidato. Embora o social-democrata figure em uma das últimas posições nas pesquisas de intenções de voto, lideranças do partido fizeram questão de ressaltar a confiança que depositam em sua candidatura. As eleições são daqui a 90 dias. Não são amanhã, não. Tem gente achando que já ganhou e querendo fazer de Cuiabá um trampolim. Queremos um prefeito por quatro anos e o Brito será um prefeito por quatro anos, discursou o presidente da Assembleia Legislativa e secretário-geral da sigla, deputado José Riva. Presidente do diretório estadual da legenda, o vice-governador Chico Daltro disse que Brito é o candidato mais preparado para governar Cuiabá, pois a conhece como ninguém. É hora de termos um prefeito que conheça a realidade de Cuiabá por inteiro. Brito, por sua vez, prometeu trabalhar na construção de um projeto para garantir benefícios à cidade e à população. Também se comprometeu em dar continuidade a alguns programas iniciados na gestão do atual prefeito, Chico Galindo (PTB). O que foi acertado na gestão Galindo não há por que ser modificado. Na última sexta-feira (29), Brito foi procurado pelo DEM, que propôs a ele compor como vice uma chapa encabeçada pelo então pré-candidato democrata a prefeito, Roberto França. Contudo, a proposta foi negada sob a alegação de que o partido precisava lançar candidatura própria para se consolidar junto aos eleitores.