O vereador Edivá Alves (PSDB) também deixou à disposição do prefeito Wilson Santos o posto de líder da bancada governista na Câmara Municipal. Segundo o tucano, a renovação é necessária diante da carga de desgastes pessoais. No desempenho da função no Legislativo, Edivá ganhou o amargo rótulo de desagregador. Ele afirma que dentro da nova legislatura há uma gama de bons nomes para assumir as funções e cita especialmente os de Paulo Borges (PSDB) e Toninho de Souza (PDT). Os dois estão entre os seis votos contabilizados por Edivá na disputa pela Mesa Diretora da Câmara. O vereador tucano não esconde a vontade em se desvencilhar das atribuições como líder, após dois anos no posto. O tempo vai passando e vai se sofrendo um desgaste com os companheiros. Como líder, é preciso defender as proposituras do prefeito, que nem sempre agradam a todos, declara. Ele, contudo, rebate a pecha de desagregador atribuída por ala de colegas de Legislativo. Segundo Edivá, tal classificação faria parte de discursos capciosos em plena campanha pela presidência do Poder. Tenho uma relação muito boa com todos. Quem diz isso é porque não coaduna com minha postura. Acho que isso é um álibi, por ocasião. É uma questão de interesse, lança o tucano. Ao contrário do rótulo, segundo Edivá, ele teria sido o único a propor o consenso entre os postulantes à presidência, dentro do bloco governista. (JS)