Embora os episódios envolvendo denúncias de corrupção tenham sido amplamente divulgados pela imprensa, os candidatos ao governo afirmam que não pretendem refrescar os casos durante a campanha e tampouco usar as investigações da Polícia Federal como arma eleitoral. O coordenador de marketing da campanha do governador Silval Barbosa (PMDB), Carlos Rayel, disse que em princípio não irá fugir da linha propositiva nos programas eleitorais. Silval tem um programa para seguir em frente. Essa coisa de começar a bater é desaconselhável. Quem perde é o eleitor, enfatizou. O empresário Mauro Mendes (PSB) preferiu não comentar sobre o assunto. Não sou muito bom em ficar comentando sobre isso, esses processos de adversários. Prefiro mostrar minhas propostas, disse o socialista, que chegou a atribuir ao adversário do PMDB o termo velha política. Apesar das insinuações, Mauro ainda não atacou diretamente nenhum concorrente. O coordenador da campanha do ex-prefeito Wilson Santos (PSDB), Mauro Camargo, manteve o mesmo posicionamento de seus adversários. Esse é um assunto que ainda não será tratado. Acho que isso beira a baixaria, disse Camargo. (JC)