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Cuiabá MT, Quinta-feira, 11 de Junho de 2026

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Sábado, 06 de Agosto de 2011, 13h:04

CONJUNTURAS INTERNAS

Cúpula do DEM define novo dirigente

A cúpula do DEM se reúne nesta segunda-feira em Cuiabá para discutir uma série de questões, entre elas a indicação do novo presidente da legenda. O encontro acontecerá um dia após o enterro do prefeito assassinado de Nova Canaã do Norte, Antonio Luiz Cezar de Castro. O nome do futuro presidente do diretório regional do Democratas deverá sair depois de discussões do partido. O único nome colocado para a assumir a sigla é o do ex-deputado estadual Dilceu Dal Bosco, em substituição ao atual presidente Oscar Ribeiro, que está há frente da sigla há mais de quatro anos. “Temos um único pretendente para o cargo até agora, que é o Dilceu. Quando formos discutir o nome para suceder o Oscar Ribeiro, lógico que discutiremos o ponto de vista dele, que é pelo rompimento. No dia 8 de agosto deveremos resolver todas essas questões”, declarou anteriormente o senador Jayme Campos. Dal Bosco foi contra a aliança do DEM com o governo do Estado, já que estavam em palanque opostos na eleição majoritária passada. Jayme revelou que na época das negociações do partido com o governador Silval Barbosa, ele teria se posicionado contrário à sigla assumir algum cargo no governo, mas, disse também que não fará nenhum encaminhamento pelo rompimento apesar de admitir a discussão devido ao período de mudança dentro do partido. Após meses de negociações, Silval conseguiu convencer o deputado estadual democrata, José Domingos Fraga, a assumir a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), colocando assim o DEM na base aliada do Executivo. Sobre uma eventual candidatura em 2014, Jayme tem reiterado que está à disposição do partido. O mandato dele de senador termina em 2014. “Eu não vou negar que na situação em que me encontro, como senador da República e visitando os 141 municípios, isso (candidatura ao governo) me passa pela cabeça. Sou um homem de partido, se chegar lá na frente, eu estive bem posicionado nas pesquisas e meus companheiros pedirem a minha candidatura, não teria problema algum em ir para a disputa”, concluiu o senador.

Edição EDIÇÃO 16959




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