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Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

POLÍCIA
Quarta-feira, 13 de Abril de 2011, 20h:49

CRIME ORGANIZADO

Taxista é acusado de ajudar ladrões em saidinha de banco

O taxista Gildo da Silva, de 32 anos, foi preso acusado de dar apoio a dois assaltantes que tentaram roubar R$ 5 mil de um aposentado de 74 anos. Ele estava dando cobertura num Gol branco com placas vermelhas. O assalto, na modalidade “saidinha de banco”, ocorreu anteontem à tarde no Centro de Cuiabá. Segundo a polícia, a vítima reagiu e não entregou os R$ 5 mil que tinha acabado de sacar de uma agência bancária. Policiais da Delegacia do Coxipó que estavam no Centro da Capital chegaram até o taxista após um dos ladrões derrubar um celular no local da tentativa de assalto. Testemunhas disseram que os ladrões receberam o apoio de um Gol branco com placas vermelhas, que fugiu em seguida. “Encontramos um veículo semelhante próximo da praça Bispo Dom José e o motorista estava nervoso e escondeu um chip embaixo do banco. Checamos e descobrimos que foram feitas várias ligações para o celular do assaltante minutos antes. Então, ele conhecia os bandidos”, disse um policial. No Plantão Metropolitano, policiais plantonistas reconheceram o taxista como sendo o mesmo que, em janeiro, levava quatro rapazes com vários equipamentos para arrombar caixa-eletrônico - maçarico, botijão de gás, alavancas – para a cidade de Jangada. Ao delegado plantonista, Gildo negou a participação na saidinha de banco. Alegou que estava fazendo viagens para ex-clientes quando trabalhava de taxista. Confirmou que recebeu várias ligações para buscar um deles no Centro. O aposentado disse aos policiais que sacou R$ 5 mil na agência do HSBC da avenida Rubens de Mendonça para entregar para a nora. Ele retornou até a travessa João Dias onde tem uma loja. Assim que desceu, foi rendido pelos bandidos, que exigiram o dinheiro. O bandido armado teria apertando o gatilho, mas o barulho da arma indicava que não havia munição. O comerciante disse que os ladrões não roubaram o dinheiro porque ele a colocou entre a cueca e a calça. Com isso, não tinha como os bandidos encontrá-lo. Testemunhas acreditam que a arma dos ladrões estava descarregada. Caso contrário, iriam atirar. (AR)

Edição EDIÇÃO 16968




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