Dos cinco reféns, um é era mulher, mais especificamente uma estagiária de 17 anos que serviu de escudo para o assaltante Jonatan Gonçalves Pires. Além dela, havia mais quatro homens reféns do bandido. Armado com um revólver, ele agrediu um dos homens com uma coronhada. Por cerca de 20 minutos, o assaltante ameaçou executar os reféns caso os policiais invadissem o prédio que estava cercado por todos os lados, inclusive no telhado. Conforme as vítimas, que estiveram na Delegacia do Complexo do Verdão prestando declarações, os ladrões destruíram seus próprios celulares e ainda mastigaram os chips para que não fossem identificadas as ligações. As vítimas disseram que os ladrões fizeram várias ligações durante o assalto. A todo momento, eles queriam dinheiro e também exigiram os pertences das vítimas. Os policiais da Gerencia de Operações Especiais (GOE) acreditam que os bandidos estivessem conversando com outros integrantes do bando, responsáveis pela fuga. Seriam pessoas que iriam pegá-los após o assalto. No entanto, não encontramos carro algum suspeito nas proximidades. É possível que o carro estivesse em outra parte da cidade e ainda viria buscá-los, observou um dos policiais. (AR)