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Cuiabá MT, Quarta-feira, 17 de Junho de 2026

POLÍCIA
Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014, 20h:00

GRANDE CUIABÁ

Foram 72 latrocínios em três anos

A prática de latrocínio bateu recorde nos últimos três anos na Grande Cuiabá. Foram 72 casos de roubos seguidos de morte, onde o mais impressionante é que Várzea Grande com 40 registros, superior a Cuiabá, com 32 casos. Os números são da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Capital. Para se ter idéia da diferença, em 2012, foram seis latrocínios em Cuiabá contra 16 em Várzea Grande. No ano passado, ocorreram 23 latrocínios com 11 na Cidade Industrial e 12 na Capital, um aumento de 100%. De 2011 até 2013, a Polícia registrou um latrocínio a cada 15 dia. Os dados apontam que não houve um aumento considerável mês a mês. Com exceção de agosto de 2011, com quatro latrocínios, os demais meses variaram entre um e dois. Embora seja o mais violento dos crimes, são poucos os casos de latrocínios sem esclarecimento. Na maior parte dos crimes, a Polícia se empenha em esclarecer. Para policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, não há explicação plausível para tantos latrocínios, mas lembraram que, em muitos casos as vítimas reagem e os bandidos atiram. Em outras situações, os ladrões acabam atirando sem explicação alguma. No final do ano passado, a morte de um vigia, gravada pelas câmeras do circuito interno de segurança do estabelecimento comercial, mostram que os bandidos atiraram sem a vítima reagir. Os suspeitos foram presos em outra cidade e não souberam explicar o motivo dos tiros. Dias depois, o segurança de uma loja de eletrodoméstico na Avenida Júlio Campos, também em Várzea Grande foi morto numa segunda-feira de manhã após uma tentativa de assalto. Ele teria reagiu e o ladrão atirou. O crime ainda não foi solucionado. Em dezembro, um empresário foi morto a tiros porque teria reagido a um assalto a sua empresa na Avenida Beira Rio em Cuiabá após dois assaltantes o seguir desde Várzea Grande onde foi fazer pagamento a funcionários. Os suspeitos foram presos dias depois. (GN)

Edição EDIÇÃO 16964




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