Cerca de 28 pessoas ficaram feridas com o ataque. Entre os feridos está o chefe de polícia local. A identidade do autor e os motivos do ataque não foram revelados
Pelo menos 17 pessoas morreram ontem em uma explosão em uma mesquita na Indonésia, na qual vários oficiais de polícia estavam rezando, informaram as autoridades locais. A explosão teria sido um ataque suicida. O terrorista detonou os explosivos no início do momento de oração na mesquita localizada na principal delegacia da cidade de Cirebon, a 200 quilômetros ao leste de Jacarta. Cerca de 28 pessoas ficaram feridas com o ataque. Entre os feridos está o chefe de polícia local. A identidade do autor e os motivos do ataque não foram revelados. PRIMEIRO Esse foi o primeiro ataque terrorista em uma mesquita na Indonésia, desde que extremistas começaram a mirar o país há cerca de uma década. Analistas se preocupam que tenha sido um sinal de que os extremistas vão mudar de táticas e se tornar mais agressivos. A Indonésia, um país laico de 237 milhões de habitantes, entrou na batalha contra o terrorismo em 2002, quando um integrante terrorista ligado à Al Qaeda atacou duas casa noturnas na Ilha de Bali island, matando 202 pessoas, a maioria turistas estrangeiros. BELARUS O número de mortos na explosão de uma bomba na estação de metrô em Minsk, capital de Belarus, subiu para 13, depois que um dos feridos morreu no hospital na noite de quinta-feira. Cinco pessoas, todos bielorussos com menos de 25 anos, foram detidos por ligações com o ataque de 11 de abril, e autoridades também relacionaram os suspeitos a outras duas explosões, em 2005 e 2008, que deixaram feridos. O ataque de segunda-feira dentro de uma estação de metrô lotada no centro de Misnk deixou cerca de 150 feridos no horário de pico. O presidente Alexander Lukashenko, que governa a ex-república soviética desde 1994 e tem pouca tolerância para dissidências, disse nesta semana que investigadores ainda estão procurando os responsáveis pelo atentado. Autoridades da Promotoria, da polícia e do serviço de segurança KGB disseram à TV estatal na noite de quinta-feira que uma investigação criminal poderia levar alguns meses. O presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, afirmou na quarta-feira que dois suspeitos detidos na véspera confessaram participação no atentado a bomba que matou 13 e deixou ao menos 150 feridos na segunda-feira, no metrô de Minsk.