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Cuiabá MT, Sexta-feira, 19 de Junho de 2026

ILUSTRADO
Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011, 14h:59

HOLOFOTE

Projeto Fuzuê será lançado amanhã

Fuzuê Depois de alguns meses de expectativa e dias de ansiedade o Projeto Fuzuê, que integra o Núcleo de teatro Fuzuê da CUFA-MT, será lançado neste sábado (26) às 19h, em noite celebre no Centro Esportivo e Cultural CUFA (CECC), no bairro São João Del Rei, Cuiabá,o evento contará com a presença de educadores,de autoridades,de presidentes de bairros da região do Osmar Cabral entre outros. Jogos com palavras Os milhares de aficionados por jogos como palavras cruzadas e sudoku vão encontrar a partir deste mês uma novidade nas bancas e livrarias: os novos livros Coquetel (Ediouro). Ao todo, são cinco livros específicos, cada um com o tipo de jogo preferido pelos leitores: Palavras Cruzadas (níveis Fácil, Médio e Desafio); Criptograma; e Sudoku. Cada livro vem com 144 páginas e acabamento especial da capa. Cão, oração A Editora Idéias & Letras oferece em seu catálogo o livro “Meu Cão, Minha Oração”, do autor norte-americano Herbert Brokering. Dividido em 26 pequenos capítulos, com uma linguagem escrita em primeira pessoa, o livro traz em forma de oração temas relativos às qualidades dos caninos: eu confio, eu agito, eu sinto sua falta, eu perdôo, eu tenho esperança. Todos com fotos ilustrativas e dedicados a todos os cachorros que Herbert já cuidou. Comando Vermelho Em “Comando Vermelho” (Record), primeiro livro da trilogia sobre o crime que inclui CV – PCC – A irmandade do crime e Assalto ao poder, o jornalista Carlos Amorim (www.carlosamorim.com) investiga a história e a estrutura de uma das mais importantes facções do tráfico de drogas: o Comando Vermelho. O título, agraciado com o Prêmio Jabuti em 1994 na categoria Reportagem, revela a história dos chefões do Comando Vermelho, o contrabando das armas de guerra, a corrupção policial, as ligações do crime com a política e com os grandes cartéis do tráfico internacional de drogas. Canalha, feminino Cansada de ver a mulher no papel de vítima, sofrendo com a canalhice masculina, a escritora e jornalista Martha Mendonça inverte o discurso de que “homem não presta” ou que “todo macho de verdade é cafajeste”, mostrando que a mulher, quando quer, sabe muito bem como ser canalha. Nos contos de “Canalha, substantivo feminino” (Record), seis personagens controvertidas relatam suas histórias e aonde sua natureza amoral as levou.

Edição EDIÇÃO 16966




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Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
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