Vamos continuar estudando os acontecimentos atlantes para que não nos esqueçamos dos nossos avoengos. Aquele País obedeceu às Leis quaternárias, o compasso do movimento da terra que é, também, de natureza quaternária. De modo que o País de Atlas realizou quatro grandes ciclos, digamos 4 grandes sub-raças: a Infância, a Juventude, a Maturidade e a Velhice (ou queda). Nessa base vamos estudar o quarto Ciclo, no quarto estudo. Segundo os ensinamentos do Professor Henrique José de Souza, na Revista DHÂRANÂ, compreendemos: Se aos próprios Adeptos não é permitido desvendar os Secretos Mistérios que concorrem para a destruição da Atlântida, quer dizer dos homens vulgares, por mais sábios que se julguem aos olhos do Mundo. Por que houve a queda e destruição DAQUELA fabulosa Civilização? Por que teria sido ELA sepultada no fundo de um abismo tão escuro e tenebroso? Que o digam os RACKSHASAS negros em luta perene com os FILHOS DA LUZ. E numa escalada maldita para desvendar os excelsos segredos ocultos pôr trás da cortina dos Céus ... Os próprios Deuses caíram, cegos, imundos, tamatizados, como aqueles mesmos demônios que, debaixo de mil artifícios, ganharam a partida maldita de um jogo infeliz! ... E então, a luta se deu entre Vulcano e Netuno respectivos Deuses do fogo e da água! Tais deuses tanto constroem como destroem! Por eles surgem mundos, continentes e povos! Por eles, o silêncio da tumba reina depois de titânica luta! Vida, luta e morte tecem armas, para que, a própria vida se eleve cada vez mais para os céus ... Nas tremendas peripécias dessa luta constante ora vence um, ora vence outro desses dois deuses que lutam por estratégias evolucionais! Assim também, a luta perene entre solares e lunares de que nos fala o BHAGAVAD-GITA, apontando o campo de Kurukshetra, que é o mesmo da vida na face da Terra! Nesses vulcões extintos no fundo do Oceano, vemos a prova da vitória da Água. O fogo arde sempre no coração da terra, como eterno rescaldo por baixo das cinzas, porém, em tempos remotos foi a água que os venceu. Dia virá em que Vulcano reiniciando a luta, com maior pujança vencerá Netuno, que se ocultará com sua corte de monstros marinhos, seguido por Eôlo, o deus dos ventos impetuosos, seu potentíssimo auxiliar. Quando Netuno ganhou essa grande Batalha, onde hoje se estende o Oceano, a Atlântida havia perdido os seus privilégios divinos! A perfídia de seus Reis, Sacerdotes e habitantes mereceu tão tremendo castigo. E, como Sodoma, foi destruída pelo Fogo ... Ela teve a sorte de o ser pela Água. Antes, porém, outro continente já havia sido pelo ígneo elemento: A Lemúria. Dorme, pois, a terra de MÚ e longo será seu sono! Sobre ELA e ao seu redor, giram monstros marinhos de horrível fealdade. São cetáceos e crustáceos condenados a morrer, ou melhor, condenados a morar nas mais profundas e obscuras camadas do Oceano. Como poderiam subir á superfície? ... Acostumados àquela densidade, àquela imensa pressão, àquela fantástica obscuridade, e fatais lhes seriam as ondas das camadas superiores e a própria luz do Sol. Muito bem, naquela obscuridade jazem as ruínas do Mundo Atlante! Erguem-se, ainda, os restos de tão prodigiosa Civilização que, por sua maldade, foi destruída pela Água. Formosos Templos e Soberbos palácios de cúpulas douradas; ruas alinhadas e belíssimos parques, que à luz do Sol, em tempos distantes foram orgulho daquele povo e hoje não são mais do que esconderijo de tão repugnantes monstros. Quantos dramas tiveram por cenário esses edifícios tão soberbos: Reis e Sacerdotes por sua ambição às coisas terrenas, deixaram o Caminho do Bem, os ditames da Lei e caíram no lodaçal imundo. Foram na época realizados os atos mais abomináveis da Magia Negra e do mais abjeto do sensualismo. Os próprios Templos se transformaram em sórdidos lupanares. E nos régios palácios, reis e escravos bebiam na mesma taça o licor sexual que lhes cabia por prêmio. E deste modo pereceu a Atlântida com a sua grandiosa civilização, embora que os Devas luminosos, transformados em obreiros, construíssem um mundo, um outro continente semelhante no seio da Terra, ao qual deram o nome de Agartha, sem mesmo faltarem os 22 templos de outrora, sendo que o último, no centro de uma ilha misteriosa, onde residem os deuses com todos os seus símbolos trazidos do céu ... A tal Ilha deram o nome de Shama - BAAL-ALLAH (SHAMBALLAH) o Deus da Chama Eterna ... Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. Copyright© Sociedade Brasileira de Eubiose® - SBE Todos os direitos reservados. Proibida alteração no texto. Permitida a reprodução, desde que sejam citados fonte e autor. Matéria extraída da Série Divulgação da Sociedade Brasileira de Eubiose SBE. www.eubiose.org.br e www.mosaicosdonovociclo.com.br e
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