Responsável pela construção do estádio em Itaquera, o vice-presidente de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, demonstrou otimismo em relação às obras, embora mais uma vez o início tenha sido postergado em pelo menos um mês. O prazo inicial era maio, como afirmara recentemente o próprio Rosenberg, mas agora ficou para junho. Estamos em busca do melhor acerto financeiro. De resto não há nada que impeça, declarou o dirigente ontem, no CT Joaquim Grava. Ele assegurou que a futura casa corintiana será o palco da abertura da Copa do Mundo de 2014. Começando em junho, é obra para 28, 30, 31 meses. Não tem problema, a gente termina isso serenamente. Sai estádio para a Copa, mas não sai para a Copa das Confederações. O principal entrave agora é a definição sobre os investimentos do BNDES. A questão do processo na Justiça em relação ao terreno, um problema que envolve a Prefeitura, foi solucionado, segundo Rosenberg. Era uma questão de vida ou morte. Não colocaria um trator lá enquanto não tivesse uma decisão favorável. Isso passou. Agora quem controla o começo da obra é realmente Corinthians e Odebrecht. Vamos fazer isso quando estiver tudo muito bem equacionado, não estou operando em ritmo de UTI, observou. Rosenberg ainda refutou a utilização de dinheiro público na obra. Esse momento final de financiamento preciso ser bem claro, o formato completo do certificado de financiamento. Tem gente que fala que é pegar dinheiro da prefeitura e colocar no estádio. O BNDES não está botando nada aqui, está emprestando com garantias totais.